Carolina O ato parece demorar uma eternidade, mesmo que a carne suporte a dor as marcas dos rasgos feitos na alma sangram, o objetivo era derrubar alguns dos meus tijolos na muralha que construi para proteger meu coração. Razmunikin conseguiu abalar cada uma das minhas estruturas, seus gritos roucos enquanto empurra o meu corpo para a frente fazendo a pele deslizar pelo liquido que fica grudento, puxo o ar pelo nariz e acabo sentindo a bile regurgitando. Fazendo o ardor subir com força enquanto o vomito escapa pelos meus lábios sem ter forças para afastar os cabelos. Sua risada ecoa pelo lugar, a mão direita envolve o meu ombro com força apertando para tomar mais controle. Choro alto, com soluços fortes. “O som do seu choro é excitante Carolina.” Ele bate na minha b***a. “É por isso

