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1095 Palavras

LUANA NARRANDO Acabei chorando demais. Cheguei no ponto de ônibus e me sentei, limpei as lágrimas e olhei para o relógio. Era hora de voltar. Quando me levantei, um furgão de entregas branco parou na minha frente. Eu não tive tempo de reagir. Um homem saiu do banco do motorista, eu tentei correr, mas ele me agarrou pelo braço e começou a me arrastar. — Me solta! Socorro! — Gritei. Haviam casas ao meu redor, mas ninguém parecia escutar. — Socorro! Me segurando pelo braço e pelo cabelo, ele me jogou na parte de trás do furgão, e entrou comigo. — Caladinha, fazendo favor. — Sussurrou. Eu me debatia sem parar, e ele tentava controlar meu corpo. — Me solta! Seu filho da p**a i****a! — Falei, dando socos nele do jeito que conseguia. Mas eu não sou uma mulher forte, muito pelo contrário.

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