HENRIQUE NARRANDO Os exames que Luana teve que passar foram constrangedores, mas eu entendo sua importância. Ela acabou muito machucada depois do que aconteceu com ela, engessou o pé que havia sido esmagado e quando deu, voltamos para casa. Eu segurei a mão dela por todo o caminho, e quando chegamos, a carreguei no colo para entrarmos em casa. Coloquei Luana sentada no sofá, já que meu celular tocava sem parar. — Sim? — Delegado Moura, seus apontamentos sobre o cadáver da garota na mala estavam corretos, não tem DNA do suspeito nessa moça. Já provamos que ele é culpado por todas as outras mortes, e também pelo sequestro de Luana através do DNA... Mas esse... Esse caso ficará aberto. — Suspirei. — Eu falei que isso aconteceria. Acredito que seja alguém da família, algum abusador que se

