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1237 Palavras

HENRIQUE NARRANDO Luana saiu da delegacia batendo os pés. Ela literalmente rosnou de ódio, e se afastou o máximo que pode de mim. — O que você quer falar? Acho que eu vi o suficiente lá dentro, seu cretino. — Disse, enfurecida. — Não é o que você está pensando. — Tentei acalmá-la. Eu me sentia em frente a um vulcão pronto para entrar em erupção. — Não, né? Vou sair beijando meus amigos na sua frente pra você ver se é gostoso sentir o que eu tô sentindo. — Ela estava com tanta raiva que virou e saiu correndo feito uma maluca na rua. Eu me desesperei, porque tem um assassino a solta e agora é noite. Luana é uma menina frágil, uma presa fácil eu diria. — Luana! — Gritei. Ela não parou, e eu tive que correr atrás dela. Mas que merda, essa menina parece a p***a do Papaléguas! Por causa

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