Os funcionários estavam todos assustados, mas isso não impediu que eu a correspondesse, pra ser bem sincero, nada impediria. Segurei fortemente em seu rosto, explorando a boca dela, eu tinha cede, eu tinha saudade, uma enorme saudade. Minhas mãos deslizaram pelo corpo dela, até alcançarem a sua cintura, a abraçei muito muito muito forte. Ela deu um gemido baixo e seu riso no final, fez meu coração acelerar. Marina: Que saudade de você! — já estava chorando. Maquinista: Não vai chorar não! — limpei as lágrimas dela, dando beijo em cima dos seus olhos. Marina: Lógico que eu preciso chorar Rael! — irritada mais chorando — Vei, olha o tempo. — chorando feito uma criança. Maquinista: Eu sei disso. — segurei em sua mão e a puxei de novo — Para com isso! — dei um beijo na testa dela. Ela vol

