O cativeiro

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BENTO GONÇALVES __ MATA O DESGRAÇADO, MATA! Escuto vozes distorcidas ao longe, minha cabeça está num zumbido infernal e eu não consigo abrir os olhos. __ eu quero beber do seu sangue! __ se acalme filho, ainda não é a hora! continuo a tentar abrir os olhos mais só um dos meus olhos respondem ao meu comando, are! Onde estou? Não me recordo de muita coisa, após deixar a cabritinha bebê na escola eu seguir para falar com alguns comerciantes e quando estava a caminhar pelo porto para falar com um homem que não conhecia, mas que disseram querer fazer negócios comigo, fui acertado fortemente com um golpe na cabeça, só pode ter sido por um barrote. Em seguida tudo ficou escuro e não recordo de mais nada e pelo meu olho certamente me bateram enquanto eu estava desacordado. Com dificuldades a

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