7

1483 Palavras
Bru O Ph está me olhando com uma p**a cara de tarado, descendo os olhos pelos meus s***s e cintura. Abaixo minha saia devagar e ele vem me beijando sedento. As carícias e beijos durante toda a noite me deixaram louca, eu estava sentindo minha i********e úmida e pulsando toda hora que ele me beijava passando as mãos pelo meu corpo, ou segurando meu cabelo. Não consegui resistir quando ele quis vir para a minha casa. Amanhã vou acordar bem cedo, mas acredito que vai valer a pena. - Quero te chupar todinha. - Ele fala enquanto desce a minha calcinha e eu estou ansiando por isso. De repente ele me pega no colo e me coloca no sofá com as pernas abertas, se ajoelha olhando em meus olhos, e começa a me chupar devagar, como se estivesse me saboreando, sua calma me deixa louca querendo mais da sua língua, mais dos seus dedos. Mas essa parece ser a intenção dele, ele sabe o que está fazendo porque eu já estou me sentindo perto do orgasmo, e não quero que seja assim tão rápido. Rebolo em sua boca pedindo por mais e gemendo seu nome. Ele sorri na minha b****a e suga meu clítoris me fazendo arquear as costas, em seguida usa os seus dedos para girar e massagear meu clítoris em um ritmo frequente enquanto beija a lateral das minhas coxas. Não vou aguentar mais, deixo o orgasmo vir e quase choro com a sensação maravilhosa. Ele me vê gozando e beija toda minha i********e de novo, com certeza sabendo que estou sensível e vulnerável para ele. Tenho poucos minutos para me recuperar e ele já está em pé tirando sua calça, olho maravilhada para o seu m****o grande e grosso. Nem me recuperei completamente mas já quero sentir ele todo dentro de mim, que homem é esse! - De quatro? - Ele me pergunta passando a mão pela minha barriga e subindo para o meio dos meus s***s. - Por favor. - Sorrio e ele arqueia a cabeça. Pega uma camisinha em sua carteira e volta pra onde eu já estou na posição, ansiosa para ser preenchida por ele. - Gostosa.. - Ph fala rouco quando eu empino mais a b***a e jogo o cabelo de lado, olhando pra ele enquanto ele passa a mão pelas minhas costas e posiciona seu m****o duro feito pedra em minha entrada. Tento me apoiar direito no sofá, e ficar confortável para recebê-lo. Quase me desmonto quando ele segura meu cabelo puxando de leve pra trás. Fico louca com isso, é o meu ponto fraco. Quando o Phelipe começa a deslizar seu m****o para dentro de mim, reviro os olhos sentindo um prazer imenso. Ele coloca devagar me preenchendo inteira, quando entra todo ele se curva apertando meus s***s. Solto um gemido e me seguro no sofá quando ele começa a estocar com força. Tudo o que sai da sua boca me excita mais, ele disfere palavrões e me elogia ao mesmo tempo, eu nem raciocino direito só me deixando levar pelo choque dos nossos corpos e o prazer que isso me dá. - Bate! - Falo entre gemidos e ele me dá um tapa estralado na lateral da minha b***a, me fazendo apertar o seu m****o dentro de mim e rebolar pedindo por mais. Quando ele segura meu cabelo e puxa estocando mais forte, g**o de novo chamando seu nome e sinto ele indo junto comigo, pois aperta forte minha b***a me chamando de gostosa. Ele sai de dentro de mim e eu desabo no sofá, sentindo minhas pernas trêmulas. Eu nunca tinha conseguido gozar na penetração, apenas no oral. Estou em choque por ter conseguido tão fácil assim com ele, geralmente até no oral preciso de mais i********e, ou de mostrar como gosto. - Ali é o banheiro? - Me pergunta ofegante apontando e eu confirmo que sim. Depois que ele sai eu entrego uma garrafa de água pra ele e vou também tomar um banho. Quando saio do banheiro vejo ele enorme e pelado, sentado no meu sofá pequeno. Ele passeia os olhos pelo meu corpo nu e segura seu m****o. Será que eu consigo um terceiro? Penso sorrindo e ele fica sem entender. - Vem cá! - Pego na mão dele e vou levando ele para o meu quarto. Quando chegamos perto da cama ele me para, coloca meu cabelo para o lado e começa a beijar meu pescoço e vai deslizando por mim até chegar no meu seio, sua língua circula o bico de um enquanto ele aperta o outro e isso já vai me acendendo de novo. Quando me viro, seu p*u já está ereto e ele com cara de que quer me comer mais. - Deita! - Mando sorrindo e ele obedece prontamente. Fico olhando pra esse homem gostoso e enorme na minha cama e a minha vontade é de sentar nele até amanhã. Me aproximo beijando suavemente sua boca e tocando minha i********e sensível até me sentir pronta de novo. - Tem mais camisinha? - Pergunto e ele confirma com a cabeça. - Na minha carteira, vou pegar. - Fala e sai, volta já vestido com ela e se deita novamente me olhando curioso. Subo na cama e me abaixo de costas pra ele, posiciono o seu p*u em minha entrada, depois deslizo gemendo. Eu amo essa sensação! Ele fica louco apertando minha b***a e me chamando de gostosa safada. Eu quis fugir disso no começo, mas o meu desejo mesmo era sentar assim nele desde a primeira vez que o vi. Então não poderia deixar essa noite acabar e não matar minha vontade de todas as formas. Cavalgo em seu p*u freneticamente, gemendo enquanto ele pedia por mais. Para fazer um charme fiquei segurando meu cabelo no alto e enquanto sentava gostoso encarava ele nos olhos com o pescoço virado de lado. Ele estava com muito tesao dando tapas em minha b***a enquanto eu quicava muito em seu p*u. Quando vi que já estava perto do terceiro não acreditei, sentei até o talo e comecei a esfregar nossos corpos. - Vou gozar! - Ele avisou quando eu já estava em transe. Suas mãos me apertaram de um jeito que tenho certeza que ficará marcas. Nossa conexão foi muito incrível e os orgasmos um melhor do que o outro. Saí de cima dele com as pernas doendo, e me joguei ao seu lado exausta. Eu não faço ideia de que horas são, mas valeu a pena cada minuto. Acordo com a boca seca e me mexo, sinto as mãos do Phelipe na minha barriga subindo para os meus s***s. Lembro da noite de ontem e minha i********e pulsa. Sorrio disso. - Bom dia! - Falo ainda de olhos fechados. - Bom dia linda. - Ele responde com a voz rouca atrás de mim. Olhando pra janela vejo que o sol já está bem intenso nos cantos da cortina, dou um pulo da cama assustada. - Meu Deus que horas são? - Pergunto procurando meu celular. Quando acho olho pra tela me dando conta de que perdi o ônibus. Sento na cama triste e p**a comigo mesma por não ter colocado o celular para despertar. - O que foi? - Ph me pergunta. - Perdi o ônibus. Essa hora já era pra eu estar chegando lá! - Explico me deitando de novo com a mão na testa. - Eu te levo. - Ele fala calmo e eu sorrio, deve estar pensando que é aqui do lado. - É em campinas, duas horas de viagem, não da. - Explico. - Eu te levo, sem problemas, de carro a gente faz em uma hora e pouquinho. - Repete. Olho pra ele sem entender se está me zoando, mas ele está sério. - Não posso te pedir isso, ta doido? - Falo levantando e me visto com uma camisola. - Eu que tô me oferecendo. - Ele fala e depois faz uma careta. - Só preciso ir buscar o Matheus primeiro. - Explica e pega seu celular. - Não precisa, é sério. Não vou fazer você perder o dia com seu filho, só pra ir me deixar tão longe de carro. - Falo pegando minha toalha. - Não vou perder. Ele vai adorar, e é o mínimo que posso fazer para me desculpar com você pelo que aconteceu fim de semana passado. - Ele levanta e fica na minha frente, olho pra cima. - Eu não tenho nenhum compromisso e realmente quero fazer isso! Beleza? - Fala parecendo sincero e eu decido não discutir mais. - Se arruma tranquila. Vou em casa tomar um banho, trocar de carro e pegar o Matheus. Quando estiver saindo de lá te aviso, pode ser? - Pergunta e eu penso um pouco no quão nada a ver é isso. - Tchau. - Ele fala ao terminar de se vestir, me dá um selinho e sai.
Leitura gratuita para novos usuários
Digitalize para baixar o aplicativo
Facebookexpand_more
  • author-avatar
    Escritor
  • chap_listÍndice
  • likeADICIONAR