- Você quer beber algo? _ Diana pergunta para a maior.
- Não, princesa, estou bem. Vem aqui.
Diana vai para os braços da outra que a aperta com força. Depois do cinema, Xavier as acompanhou até o hotel, apesar de estar em outro carro, ele não saía de perto da garota, ordem direta de Camila. Gabriela entendeu, além de ser menor de idade, ela era herdeira uma umas das maiores fortunas do Brasil, se não a maior.
- Você está mais calma?
- Sim, desculpa pelo meu surto, só que... É complicado.
- Eu já entendi que você tem problemas com sua aparência, mas olha para mim, eu estou agora no seu quarto, louca para tirar a sua roupa, eu sou uma mulher que te deseja muito, estou te garantindo, você é maravilhosa, pare de se importar com o que pessoas burras e cegas falam, porque eu tenho certeza de que você recebe vários elogios, estou até com ciúmes.
- Não exagere, se tem alguém que deve ficar com ciúmes sou eu. Acha que não percebei os olhares que estavam te dando no shopping?
- Você está de brincadeira comigo? d***a, Di, eles estavam olhando para você, tem noção do quão sexy está com esse vestido?
- Eu não sou...
- Você é terrivelmente sexy, vou te provar isso.
Por ser mais alta, Gabriela conseguia erguer o corpo da menor com facilidade. Então puxou as duas pernas da garota para cima, fazendo elas enlaçaram sua cintura, estremeceu ao sentir a calcinha tocar na pele da sua cintura que se mostrou quando sua blusa subiu.
- Você é linda, sexy, sensual. Seu olhar meigo, indefeso, jovem, deixa qualquer um louco. _ A mais velha disse enquanto se encaminha para a cama. – Você é gostosa. Tão gostosa que... m***a, eu quero fazer tanto com você, mas eu tenho exemplos de respeito e caráter que me impedem de fazer isso, pequena. _ Ela deita a menor da cama e depois se deita por cima dela. – Eu quero muito isso, mas não posso, não ainda.
- E se eu disser sim? Eu quero.
- Eu sei, meu amor. _ As palavras saíram naturalmente. – Você quer tanto quanto eu, mas ainda não, você confia em mim? _ A menor concorda. – Vamos... Eu não vou manter o controle, mas vamos fazer algo hoje, tudo bem?
- O que? _ A menor pergunta, nervosa.
- Algo que você vai gostar e eu vou te provar que eu te desejo, que você é linda.
Gabriela termina de falar e avança nos lábios da outra. Diana geme ao sentir a perna da maior forçar contra seu s**o, sua calcinha estava quase a mostra devido o vestido ter subido. A mão direta passeia pela coxa da loira chegando bem próxima do seu s**o, a fazendo estremecer.
- Viu, querer não é o mesmo que estar pronta, eu cometi esse erro, não vou permitir que também cometa.
Gabriela ergue o corpo e puxa sua blusa para fora do seu corpo, tudo sob o olhar atento da outra, Diana morde o lábio inferior ao ver a barriga sarada da maior, coisa que eu ela nunca teria, pensa, balançou a cabeça para se livrar daqueles pensamentos, não podia naquele momento.
- Você é tão linda. _ A mais nova diz, enfeitiçada pelo corpo da maior.
Gaby olha de novo para a outra e sorri, se abaixa e volta a beijá-la, a mão que estava na coxa volta para lá, mas agora sobe mais um pouco, passando pela barriga da menor. Diana estremece, tanto pelo t***o como pelo medo.
- Relaxe.
- Eu não sei se...
- Eu já disse, você é linda, sua pele é tão macia, tão suave, poderia tocá-la para sempre. _ A menor geme com as palavras, sentindo a mão da outra subir mais um pouco até alcançar o seio esquerdo. – Na medida certa para a minha mão.
- Nós vamos...
- Não, não exatamente, mas vamos fazer algo.
Diana encara os olhos claros da outra e geme ao sentir ela apertar seu seio com força. Gabriela estava delirando de prazer só por escutar aqueles sussurros da outra, imaginava como seria quando ela se entregasse ao prazer total.
- Eu quero tirar esse vestido, mas só farei isso se você se sentir à vontade. _ A menor a encara receosa, queria, claro que queria, mas tinha medo do que ela poderia pensar se a visse nua. – Você acredita quando eu digo que te desejo?
- Sim.
- Então vou perguntar de novo. Eu quero tirar o seu vestido, você vai se sentir à vontade com isso?
Elas se encaram totalmente, para Diana era tudo ou nada, por isso concorda. Gabriela sorri e se inclina, beijando seus lábios rosados de novo. Agora leva suas duas mãos para a barra do vestido e o puxa para cima, as coxas grossas da menor eram apertadas com força por Gaby. Diana é uma mulher bonita, sua leve saída do padrão a deixa amedrontada, mas a verdade é que isso está mais para algo psicológico do que real.
Ela não é “gorda”, longe disso, apenas não é tão magra quanto muitas pessoas adotam como padrão, mas a garota se sente m*l até ao olhar para as suas mães que são extremamente belas e se já era difícil com elas, imagina agora com Gabriela, que tinha um corpo perfeito ao seu ver? Seus pensamentos foram parados quando ela sente dois lindos olhos azuis olhando diretamente para seu corpo já descoberto pelo vestido, trajando apenas uma calcinha branca.
- Você... _ Gabriela nem tinha palavras.
- Desculpa.
- Pequena, por que está pedindo desculpa? Diana, meu Deus, você é tão linda, eu m*l posso descrever. _ De fato Gaby estava maravilhada.
- Eu...
- Magnífica, você é muito mais do que eu imaginei, você é linda, perfeita e minha, você é só minha, meu amor.
Elas voltam a se beijar, Diana m*l podia respirar, eram muitos sentimentos misturados, mas com certeza o t***o prevalecia nesse momento, estava ansiosa, se não iriam t*****r, por que Gabriela a estava deixando nua? Pensava. A sua resposta veio logo em seguida.
- Preciso que responda de novo, você confia em mim?
- Sim.
- Obrigada.
Então Gabriela desce seus beijos para o pescoço dela, depois para os dois s***s, onde se concentrou por alguns instantes e assim para a barriga, deliciando-se com a pele sensível e macia. Até chegar perto da calcinha, ela olha uma última vez para cima, Diana tinha os olhos fechados e respirava ofegante, a maior então puxa a peça para baixo, expondo o s**o brilhante de excitação da menor, essa que tinha o corpo trêmulo pela expectativa. A mais velha tira completamente a peça e observa com mais atenção.
- Linda!
Então se acomoda fora da cama, se ajoelhando no chão e puxando as duas pernas da outra para seu ombro, Diana ainda tinha os olhos fechados, já sabendo o que vinha a seguir. Gabriela respira fundo, dando a primeira lambida no local.
- Deliciosa.
- Caramba. _ Diana ergue o quadril e geme alto, o que fez a outra sorrir.
- Relaxe e aproveite, pequena.
Diane mau pode entender as palavras e logo sente a língua da maior trabalhar rapidamente, era uma sensação nova, um tanto estranho, mas assim que Gaby toca seu nervo sensível ela aproveitou do que vinha a seguir. Ergueu mais o quadril, sentindo os dedos da outra apertar a pele da sua coxa, ela sentiu um formigamento desconhecido em seu ventre, assim como suas pernas tremeram, seria seu primeiro o*****o.
- Não prenda, deixe vir naturalmente.
A maior só parou para falar e logo trabalhou com mais rapidez, apenas na parte de cima, logo sentiu as pernas tremerem mais e o gemido de Diana sair alto, dengoso e gostoso, essa que apertou a cabeça de Gabriela com as pernas, sinal para que parasse, pois a sensação de sensibilidade a dominou.
- Meu Deus! _ Gabriela sorri ao escutar e dá um selinho na parte sensível, fazendo a mais nova estremecer. A mais velha ergue o corpo e logo está deitada em cima da menor.
- Tudo bem?
- Hum... Sim, só me sinto exausta.
- É normal. _ Ela se deita ao lado da loira. – Gostou?
- Definitivamente. _ Elas fazem silêncio por uns segundos, ambas olhavam o teto branco. – Obrigada.
- Pelo que?
- Por me mostrar mais do que eu poderia ver. _ Gabriela vira de lado e coloca sua mão na barriga de Diana, acariciando o local lentamente.
- Você é linda, Di, só precisa acreditar nisso.
- Eu vou, eu prometo.
- E eu te ajudarei. _ Então se beijam, seria o início de uma jornada para elas. Mas a certeza de se ajudarem era verdadeira.