Capítulo 16

1046 Palavras
A tentação foi, mas forte que eu me certifiquei que ninguém ia aparecer naquele momento e pedi aos seguranças que não deixassem ninguém nos incomodar. Não sei o Delmom, ia fazer comigo só sei que estava com vontade de cair de boca nos órgãos genitais dele completamente duro esperando uma boa sentada. Eu sempre assistia filmes pornográficos com Yaila, eles me ensinaram algumas coisas para quando for minha hora não passar vergonha. Tranquei a porta e fechei as cortinas e como ele havia pedido subi em cima da cama e deixei ele me conduzir ao prazer oral em minha v****a. — Relaxa, Laura não vou te penetrar até porque estou com pontos e não consigo me mexer por enquanto só vou fazer você gozar na minha boca. — Delmom, você mesmo sendo um grosseiro sabe conquistar e dá prazer as mulheres. Meu Deus, se existe algo melhor do que sexo principalmente oral então realmente não sei o que e? Ele segurou nos meus quadris e agachada coloquei minha mão na parede para apoiá-la e ele com sua língua foi chupando minhas partes intimas me fazendo delirar profundamente. Es que surgi um gemido alto que com certeza os seguranças ouviram e senti um extasse enorme foi aí que gozei com vontade minhas pernas estavam tremulas. — Gostou, Laura? — Delmom, que loucura, mas amei não sabia que isso era bom demais. — Sim, ainda não viu nada te quero, mas que tudo isso só foi uma amostra do que sou capaz. Ele então sorrir e percebo que seus órgãos genitais estavam bem rígidos suas veias chegavam a pulsar sozinho e foi ali que retribui o que ele havia feito comigo. — Luara, o que pretende fazer? — Agora relaxa, que eu vou fazer a minha parte. Surpreso ele ficou quando comecei a chupá-lo com vontade acredito que ele pensou que só porque não havia transado com ninguém não sabia de nada. —Laura, que boca gostosa onde aprendeu isso? — Existem filmes! — Safada se eu estive bem te comerei aqui mesmo. — Aí, bela não para chupa isso, filha da p**a. Sinto um chato dentro da minha boca e um gemido ele havia gozado e eu engoli tudo tentando não vomitar. Porque era um gosto r**m, igual de água sanitária. Porém não deixei nada escapar e sinto que ele gostou e eu amei. Assim que terminamos fui me limpar e ajudar ele para ninguém percebesse o que havíamos feito. Em meu ouvido ele dizia que ia me pegar de quatro era a posição que ele, mas gostava porque sentia o p*u dele entrando tudo e eu ansiosa o desejava, mas ainda. Logo os seguranças bateram na porta, pois o medido desejava vê-lo e rimos porque não tinha como os seguranças não terem ouvidos nada. Pela primeira vez vi Delmom, sorrindo e isso para mim foi muito bom. Eu não sei se nossa relação vai adiante após terminar o contrato, mas o que sei e que ele jamais se esquecerá de mim e eu nem dele. — Laura, abra a porta e seja discreta ninguém vai perguntar nada e outra coisa nunca havia feito sexo oral em um hospital e confesso que gostei ainda, mas de sua boca. — Delmom, para me deixa com vergonha. O médico passou e o examinou eu querendo rir da cara que ele estava fazendo. Pois estava com cheiro de sexo no ar, mas tinha que ser discreta e para nossa surpresa Delmom, estava de alta. O tiro entrou e saiu fazendo um furo do lado esquerdo da perna, mas nada graça. Com certeza a pessoa não sabia atirar e errou profundamente e íamos voltar para casa. Na hora que saímos o doutor dou um sorriso e disse que também adorava adrenalina e sem entender nada caímos na gargalhada. E percebo que Delmom, está com cheiro de b****a e com certeza o doutor também sentiu e por isso falou isso. — Delmom, que vergonha! — Relaxa, ele também deve fazer isso aqui nas enfermeiras agora avise a Nana, que estamos voltando para casa odeio hospital. Me ausento por alguns segundos tentando me recuperar do que acabou de acontecer enquanto Delmom, se veste aproveito e vou comprar algo para tirar o cheiro do rosto dele. Quando volto dou de cara com Aída no quarto assim sem avisar. — O que faz aqui Aída, como entrou os seguranças deixaram? — Eles não precisam deixar eu entro na marra. — Laura, já vamos o que eu tinha para falar a ela já disse acredito que ela entendeu não foi Aída? Sem graça ela sai e percebo que sua fúria e algo que estava em meus pensamentos só foi uma confirmação de que ela foi a mandante de tentar mata ele. Só que gato existe 7 vidas e ele tinha com certeza. — Delmom, você não morreu agora, mas da próxima irá disso eu garanto. - Falou Aída, em pensamento após deixar o hospital. — Olha, nosso plano não deu certo e pelo seu erro não lhe dou dá nada. — Como assim trato e trato! — Venha me cobrar então sabe que não me conhece direito. — Aída, juro que você vai pagar! - Ela desliga o telefone p**a da vida. Assim que chegamos em casa havia dois homens estranho com uma cara de brabo eu até me assustei. Delmom, então me pede para levá-lo até o escritório e sair, pois, assuntos sérios a tratar. Ele sabia quem foi e pela misericórdia eu tentava não acreditar que tinha pessoas conhecidas envolvidas nisso. Porque sabia qual era o seu fim. Nervosa vou até a cozinha conversar com Nana, que feliz prepara um delicioso almoço para nós. — O que foi que está com essa carinha? — Nana, você já viu Delmom, matar alguém? — Não, porque a pergunta! — Porque isso irá acontecer muito em breve ele sabe quem tentou acabar com ele. — Menina, não se envolva nisso por favor! — Só espero que não seja quem estou imaginando. — Eu também não! Saiu da cozinha ligando para minha mãe e saber como meu pai estava? E graças a deus ele estava bem, só havia saído por aí para beber como sempre. Melhor assim, pois não ia suportar saber que ele está envolvido nessa confusão.
Leitura gratuita para novos usuários
Digitalize para baixar o aplicativo
Facebookexpand_more
  • author-avatar
    Escritor
  • chap_listÍndice
  • likeADICIONAR