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882 Palavras

ALMA GONZALEZ NARRANDO. Naquele mesmo dia, Dimitri chegou antes da noite chegar. A afeição dele estava fechada como sempre, ele passou pela porta e foi direto para a cozinha. Talvez ele não tenha comido nada, eu estava sentada no sofá lendo e poucos minutos da chegada dele, eu fui até a cozinha. Ele estava apoiado no balcão, comendo um sanduíche e quando me viu passar pela porta, me olhou e voltou a comer. — Dimitri, você teve alguma notícia sobre a minha mãe? — Não, ainda nada. — Ele respondeu e eu me aproximei do balcão. — Você acha que vai dar certo? Estou tão aflita. — Não é uma certeza, infelizmente é arriscado demais. O celular dele estava em cima da bancada, de repente começou a tocar e o nome Yulia apareceu na tela, ele recusou a chamada e continuou comendo o sanduíche

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