ALMA GONZALEZ NARRANDO. Dimitri passou pela sala feito um furacão, eu deitei no sofá e comecei a chorar. O meu peito estava doendo, parecia que me faltava o ar. Meu estômago embrulho, eu corri para o banheiro e coloquei todo meu jantar para fora. A minha mãe chegou no banheiro, segurou o meu cabelo e me pedia para ter calma. Eu apertei a descarga, lavei o rosto e a boca. — Não aceite nunca que um homem traia você, não seja fraca como eu fui Alma. — E se ele realmente tiver falando a verdade? — A verdade sempre aparece, não se preocupe com isso. — Vá descansar madre, eu estou bem. Ela ficou comigo mais um tempo e quando ouvimos o barulho do carro chegando, ela levantou e subiu. Dimitri entrou perdido, ele sentou no sofá e me olhou. — Precisamos conversar. — Ele disse. — Dimi

