DIMITRI ARMATAS NARRANDO - 2 MESES DEPOIS... Eu já estava completamente recuperado, no meu peito agora existia apenas mais uma cicatriz. Juan Garcia havia sumido do mapa, como se ele tivesse sumido feito fumaça. Mas, as minhas antenas de alerta estavam ligadas e assim que ele tentasse qualquer coisa, eu estava pronto para pegar ele. — Vai sair? — Alma pergunta entrando no meu quarto. — Sim, eu tenho algumas coisas para resolver. — Você volta para casa hoje? — Sim. Eu terminei de me arrumar, desci e fui direto para o carro. O motorista me olhou pelo retrovisor, me desejou bom dia e eu disse para ele ir direto para a casa da minha mãe. Ele afirmou com a cabeça e seguiu com o carro. Quando chegamos, eu desci do carro, apertei a campainha e a minha mãe abriu a porta. — Bom dia, o

