Byun Baekhyun took advantage

3576 Palavras
— Eu queria estar assistindo o filme! Baekhyun mantinha-se em estado de indignação, não estava curtindo nenhum pouco ter que ficar esperando no carro, especialmente quando poderia estar curtindo o filme. Já estava começando a querer bater em Jongin também, pois se não fosse por mais uma de suas ideias mirabolantes poderia estar em uma poltrona de cinema nesse exato momento. Kim Jongin era sinônimo de vontade de bater em alguém. — E eu queria estar bêbado na cama de uma bela mulher. — Chanyeol já não fazia questão nenhuma de esconder o quanto detestava todo esse plano de ser gay — Então empatamos. — Também adoro você. O clima naquele carro não poderia ser pior ou mais chato, onde se ouvia apenas o som da rádio romântica tocando baixinho. Desnecessário. Mas Jongin insistira em fazer isso, pedindo para que os dois abandonassem o filme lá pelo final e ficassem no carro fingindo que haviam dado uma fugidinha para namorar. Chanyeol queria morrer. — Eles estão vindo. — o Park avisou, seus olhos ainda estavam grudados na tela de seu celular, interessantíssimo, suspirou diante da mensagem infame de seu amigo-barra-inimigo-barra-ranço — Senta no meu colo, Byun. Dizer isso era dar uma facada em sua heterossexualidade. E como Baekhyun ficava nessa história toda? Muito bem, obrigado por perguntar, quanto mais casquinhas tirasse de seu chefe gostoso melhor. Acomodou-se no colo confortável do maior, dando um pulinho para o deixar ainda mais irritado. Chanyeol não queria ter que abraçar um cara e deixa-lo ficar acomodado sobre suas pernas, mas aquele contrato valia muito a pena. Só precisava manter as coisas sob controle. E no final fingir demência. — Você tem pernas macias, Sr. Park. — o Byun comentara na intenção de provoca-lo ainda mais. Se não fosse para atear fogo no picadeiro Byun Baekhyun nem saia de casa. — Não é na minha perna que você está sentado. Baekhyun poderia ter interpretado aquele tom de voz de um milhão de maneiras diferentes, talvez o Park estivesse apenas incomodado com seu peso sobre seu corpo, ou aquela voz grossa e rouca fosse uma resposta à altura para suas provocações. Héteros costumam andar por aí se gabando do tamanho de suas ferramentas, ouvir isso não era nenhuma surpresa. Ou não era para ser. — O que acontece se eu fizer um comentário bastante infame e invasivo sobre suas genitais? — Eu demito você. Optou por ficar calado, boca fechada não entrava mosquito e nem assinava nada que viesse do RH naquele fim de mês. Curtiria o momento em seu silêncio interior, compartilhando seus pensamentos pervertidos consigo mesmo. Mais tarde ligaria para Kyungsoo e passariam a noite toda fofocando para sanar as perversidades de ambos. Isto é, se o Do não acabasse passando a noite com Jongin. O que era bem provável. Talvez. Eu não sei. — Vocês perderam o final do filme. — Jongin batera na janela em uma atuação digna de um Oscar de melhor ator coadjuvante. Chanyeol sorriu bem falso quando abriu toda a janela, e Baekhyun até colocou as mãozinhas para fora para que todos vissem que ele estava ali. Lu Han abriu um daqueles sorrisos macabros que ele abria sempre que via seu casal favorito tendo qualquer interação. Ainda mais quando esse tipo de interação incluía uma b***a sobre um p*u, no bom sentido. Se é que isso tem um bom sentido. — Ficar aqui com o Baekhyun era uma escolha bem mais interessante. — tentou não soar falso, mas a encarada que deu no baixinho através do retrovisor havia sido mortal — Só esperamos vocês para não parecer rude. Lu Han se aproximou da janela após ter empurrado o balde de pipocas que carregava para SeHun segurar. O Oh estava com aquela cara de quem queria ir embora, claramente dormindo em pé. E ao fundo Kyungsoo olhava para a cena anotando tudo mentalmente para fazer um interrogatório no dia seguinte. — Bem, acho que vamos pra casa terminar o que começamos. Chanyeol olhou sugestivo — da forma que ele conseguia, pois por dentro queria sugerir um assassinato em massa — para Baekhyun e fechou os vidros do carro na cara de todo mundo mesmo. Lu Han não ligaria, era mais provavelmente que o chinês acendesse uma vela para algum deus do sexo para que ele abençoasse a noite dos dois. Sejamos sinceros, Lu Han nem disfarçava. O Park ficou feliz por finalmente tirar o peso de Baekhyun de cima de seu corpo, e olha que o Byun nem era pesado, o problema era mais por uma questão de localização mesmo. Ficar e******o com um cara sobre suas pernas? Jamais, isso não era o tipo de coisa que poderia acontecer na vida de Park Chanyeol. Puff, nem em um milhão de anos. Mas era melhor não arriscar. — Eu vou te deixar em casa e me livrar de você pelo resto da noite. — já ouvira isso uma vez vindo de sua antiga babá quando estavam indo pra casa depois de passear no parquinho — E você tem uma planilha para entregar amanhã, espero que ela esteja sobre a minha mesa assim que eu colocar meus pés na minha sala. Felicidade de funcionário dura pouco mesmo. — Nós não íamos terminar o que tínhamos começado? Só foi preciso Chanyeol o olhar feio por dois segundos para ele perceber que o melhor no momento era ficar bem caladinho e esperar pelo momento em que chegaria em casa são e salvo, com uma carteira de trabalho assinada. Obrigada, de nada. Mas ainda teve a ousadia de ligar o rádio, colocando naquela mesma rádio melancólica cheia de músicas antigas e românticas. Chanyeol queria vomitar, e Baekhyun flores e bilhetes de amor, por favor. O Park se perguntava o que havia feito para merecer um Kim Jongin em sua vida, e ainda ter de brinde Byun Baekhyun e Lu Han, que pareciam determinados a leva-lo e firma-lo no lado colorido da força. Porém, todavia, em circunstancia alguma deixaria sua heterossexualidade morrer. Amarraria uma faixa escrito “Bucetas pra sempre” em sua testa se fosse necessário. — Agora desde e some das minhas vistas. — não poupou grosseria assim que o carro parou bem diante a casa do Byun, se tivesse um botão ejetar ali já o teria apertado — De preferência, some da minha vida também. Baekhyun não ligou nem um pouquinho. — Já parou pra pensar que agora mesmo o Lu Han tem plena convicção de que estamos transando? Falta de vergonha na cara tinha nome e sobrenome: Byun Baekhyun. — Se tem uma coisa que eu não quero pensar é nessa possibilidade. — Chanyeol foi bem sincero ao responder, metade de si gritava a plenos pulmões para demitir o pequeno ser sentado no banco do passageiro, enquanto a outra metade gritava para afoga-lo no primeiro chafariz que encontrasse. Infelizmente não tinha nenhum chafariz por ali. — Assim que ele me ver amanhã ele vai perceber que nós não transamos. Chanyeol não via isso como um problema, na verdade, pra ele era até melhor assim. — Fica mancando. — Mesmo assim, Channy. — chamou mesmo, o assunto permitia esse nível de i********e não programada — Ele vai me olhar e perceber que não tem nenhuma marquinha sequer em mim, que tipo de casal transa sem marcar nada? Chanyeol se perguntava como havia deixado o assunto chegar nesse ponto, aquele era um nível que não queria ter com Baekhyun, limites, por favor. O menorzinho o olhava com aquela cara de safado que ele tinha depois das 22h, enquanto o Park rezava mentalmente para que algum santo o afastasse dessa assombração que o perseguia. — Você quer que eu deixe um chupão no seu pescoço, é isso? — É. — Nem pensar. Engana-se quem pensa que Baekhyun desistiria assim tão facilmente. Nada melhor do que uma marca roxa em seu pescoço para provar que tinha alguém. E se Lu Han ainda tivesse qualquer dúvida em relação ao namoro dos dois, essa dúvida acabaria assim que colocasse seus olhos em lindas marquinhas roxas no pescocinho do pequeno Byun. — Mas Channy, o Lu Han tem certeza de que transamos, se ele me ver inteirinho amanhã de manhã vai pensar que você trepa muito m*l. Atacou na ferida. Bem lá no fundo mesmo. — Eu não acredito que vou mesmo fazer isso. Quando Chanyeol tirou o cinto de segurança Baekhyun nem disfarçou o sorriso, já foi abrindo alguns botões de sua camisa e expondo todo o seu lindo pescocinho. Chanyeol respirou fundo — muito fundo — antes de se aproximar. Parou rente ao pescoço do Byun, e se xingou por gostar do perfume do mesmo. — Só faça o estrago que você é capaz de fazer numa cama. Baekhyun não deveria ter dito isso. Mas esse homem foi numa arrogância, a mordida desnecessária que deu já provava isso. E o pior de tudo era que Baekhyun nem disfarçou o gemido quando sentiu a língua do Park discorrendo sua pele, e arfava ao sentir os lábios do maior comprimindo sua pele, os dentes raspavam de leve, parando para dar pequenas mordidinhas em locais separados. Quando se deu conta, Chanyeol já o segurava pela cintura e descia a boca em direção ao seu peito. Não reclamaria, nem aqui e nem na China. E quando Chanyeol finalmente o largou, ofegante e respirando com dificuldade, não perderia a oportunidade de alfinetar: — Você faz esse estrago todo na cama mesmo? — Eu também faço muito estrago com uma pá e um saco plástico na madrugada, você quer ver? Baekhyun leu nas entrelinhas que aquilo se trata de uma provável ameaça de assassinato, e quando se estava falando com alguém que era bem maior do que ele, a melhor escolha era calar o biquinho. — Faz uns arranhões nos meus braços e no meu pescoço pra acabar de vez com esse assunto. Baekhyun faria isso com todo o prazer do mundo. Com muito gosto inclusive, caprichou bastante ao rasgar o pescoço alheio com suas unhas, e num momento de distração do maior ainda conseguiu o morder. Baekhyun estava muito satisfeito com o avanço dessa noite. Muito mesmo. — Agora sim parecemos com um casal que transa. E depois disso o Byun saiu do carro, antes que fosse atingido por um sapato ou coisa do tipo. Afinal, não era bom arriscar demais, o porta-malas do carro do Park cabia muito bem um cadáver. Mas o importante era que havia consigo tirar não só uma casquinha. Mas um sorvete inteiro.   [...] Baekhyun se atrasou de propósito no dia seguinte, se fosse para colaborar com aquela farsa, que pelo menos lhe desse mais vantagens. Mas é claro que Chanyeol iria ficar irritado, ele se irritava com tudo, e se irritava em dobro quando o assunto era Baekhyun — em triplo quando era Jongin — mas não estava ligando nenhum pouco para isso. — O Sr. Park já perguntou por você umas três vezes. — foi a primeira coisa que ouviu assim que colocou seu belo bumbum sobre a cadeira — Ele está uma fera. O maldito relatório que não fez, e nem iria fazer, obrigada, de nada. Sun Hee parecia curiosa o olhando de cabo de olho, mas não era com ela que queria fofocar e sim com Kyungsoo, que era outro que não estava no seu lugar, provavelmente estaria resolvendo algum problema pela empresa, entregando algum relatório ou em casa todo arregaçado depois de ter passado a noite com Jongin. Qualquer coisa valia. — Vou falar com ele. — foi a única coisa que disse antes de se levantar, como se nada de r**m pudesse lhe acontecer, o falso compromisso com Chanyeol lhe dava segurança. — Cuidado, ele está uma fera. — Comigo ele não passa de um gatinho. — Baekhyun piscou para a colega de trabalho e foi em direção à sala do chefe. Gatinho que nada, o Park provavelmente jogaria uma cadeira nele, ou faria um escândalo quando descobrisse que ele não só não terminou o relatório, como também nem sequer o começou. Esse namoro falso o estava atrapalhando em tudo, ficar com essa história era trabalho em dobro, Chanyeol tinha que entender que não estava dando tempo de fazer nada. — Baekhyun, onde estava? Não deu tempo nem de abrir a boca, Chanyeol já veio com a sua brutalidade, e o pobre Baekhyun nem conseguia se defender, e o pior de tudo era que nem Lu Han e nem Jongin estavam ali para o defender. Apenas Park Chanyeol e sua cara carrancuda de quem não estava nem um pouco feliz em vê-lo, e ao mesmo tempo queria tê-lo visto mais cedo, e isso não faz nenhum sentido mesmo. — Em casa, você me fez trabalhar três expedientes, eu estava cansado. — optou por se fazer de desentendido, mas pelo visto não estava funcionando não — Me disseram que você estava me procurando. O mais alto suspirou quase vencido. — Onde estão os relatórios que pedi? Ah é, esse assunto uma hora esse assunto teria que brotar, e o pior de tudo é que já estava com um tempo que tinha relaxado com seu serviço, sempre que vinha para a empresa Jongin o arrastava para algum lugar e no fim tudo ficava pela metade. Só levava prejuízo no fim das contas, e isso não estava incluso nos seus planos. Chanyeol era um incompreensível, isso sim. — Não fiz. — ele até sorriu para parecer uma notícia boa, mas não funcionou não. O Park inflou as bochechas e soltou o ar preso nos pulmões, fechou os olhos tentando ao máximo ficar calmo e não fazer uma besteira daquelas. Baekhyun continuava com aquele sorrisinho cínico nos lábios, que agora se parecia mais com um sorrisinho nervoso. Chanyeol queria ser mais compreensivo, queria ser um bom chefe, mas sabia que na primeira brecha que desse para qualquer um deles, as coisas sairiam do controle. — Baekhyun, ser meu namorado de mentirinha não te dá o direito de descuidar do seu trabalho, quando isso acabar, o que vai fazer? Essa era uma boa pergunta, e depois que os chineses fossem embora? Estava se envolvendo demais com aquilo e esquecendo que para Chanyeol ele não significava nada, no máximo, um ranço. Não estava apegado ou apaixonado, o lance era mais um costume mesmo, estava começando a se acostumar com aquilo e achando tudo divertido. Mas uma hora a brincadeira iria acabar, e o único ali que poderia realmente ser prejudicado era ele. — Chanyeol. — o encarou sério por alguns segundos — Quando os chineses forem embora, você vai me demitir e fingir que não me conhece? O altão ergueu uma das sobrancelhas, não era comum Baekhyun o olhar triste daquela forma. — Por que eu faria isso? — Chanyeol não queria ser legal, mas também não queria ser um p*u no cu com quem só estava o ajudando, não era lá a melhor ajuda do mundo, mas era uma ajuda importante — Eu seria um péssimo namorado se fizesse algo tão c***l. Baekhyun abriu um daquele seus sorrisos encantadores, parecia uma criancinha quando ficava feliz, e a forma descarada como correu na direção do Park sentando-se em seu colo e beijando seu rosto demonstrava toda a sua animação — e falta de vergonha na cara também — e o mais estranho daquilo tudo era ver que Chanyeol não tentou impedi-lo de fazer isso. — Tá bom, tá bom, isso já é exagero. — ele estava rindo, não teve credibilidade — Você está ficando muito assanhado, mas isso não é tão r**m no momento, quanto mais ficarmos à vontade perto um do outro, mais fácil fica de manter essa farsa de pé. — Oh, eu posso beijar você também, Channy? — Chega, já tá passando dos limites. A porta se abriu, mas não precisava se assustar com isso, as únicas pessoas que entravam sem bater eram Jongin e Lu Han, e assim como o imaginado, eram os dito cujos. Lu Han nem disfarçou a cara de satisfação assim que viu seu OTP juntinho daquela forma, e Jongin encarou Chanyeol de forma debochada, Chanyeol ignorou Jongin. Baekhyun, a personificação da cara de p*u, enfiou seus braços dentro do paletó aberto do Park e escorou sua cabeça no peito do mesmo, sorrindo como um gatinho se aninhando no corpo do dono. Folgado. — Vocês são uns fofos! — Lu Han não conseguiu segurar seu comentário — É uma pena que atrapalhar o momento de vocês. O que Lu Han chamava de pena, Chanyeol chamava de salvação. — Tudo bem. — foi Baekhyun que respondeu enquanto se levantava — Preciso voltar ao trabalho. Começar a trabalhar, essa era a realidade. Chanyeol só sorriu pequeno mantendo a calma. — Ah, espere Baekhyun, o Sehun é quem veio tratar de negócios com o Chanyeol, eu o acompanhei porque queria te ver, e para conversarmos! O chinês saiu da sala junto com Baekhyun, que queria sair correndo em fuga, não era nada bom conversar a sós com Lu Han, ele poderia muito bem fazer um milhão de perguntas sobre seu relacionamento com o Park, perguntas para as quais não esperava preparado e nem combinado para responder. Saberia se viver sem Jongin ali? Não era muito bom com esse lance de bolar estratégias e mentir, esse lance da mentira era mais coisa do Kim, Jongin era quem criava a história daquele falso casal. Estava lindamente fodido, isso sim, e não era no bom sentido. — Vamos dar um passeio pela empresa! — Lu Han o agarrou pelo braço e simplesmente saiu o puxando como se Baekhyun nem peso fizesse. Era outro invasivo, Lu Han era exatamente como Jongin, se Sehun não tivesse aparecido primeiro, o shipparia com o Kim com a maior certeza do mundo. Não fazia ideia de quantos anos o chinês tinha, mas o mesmo agia feito um adolescente sempre que o assunto ia para seu namorado — muito falso — com Chanyeol. Lu Han não tinha limites, esse era o problema. — Ontem a noite foi muito boa, não foi? — o Lu o empurrou com um dos ombros, como se os dois fossem dois adolescentes de colegial conversando sobre suas primeiras vezes — Eu tô te vendo todo roxo, e o humor de vocês está tão bom! Aquilo havia funcionado, ponto para Baekhyun. Comemorava por dentro, se isso fosse um anime, aparecia um bonequinho em suas costas comemorando e pulando. — Oh sim, Chanyeol estava muito animado, quase que não me levanto para vir trabalhar hoje. — era agora que começaria a inventar uma história que lhe interessava, não que fosse um pervertido, puff, claro que não — Ele nem me acordou hoje, eu acabei de chegar. — Deveria ter ficado em casa, quando fazemos, geralmente o Sehun sempre fica em casa. Baekhyun deu uma leve arregalada de olhos nesse momento, ele esteva ouvir qualquer coisa, menos algo tão íntimo assim, e o problema não era nem a informação ser tão íntima, a surpresa mesmo veio no “Sehun”, Baekhyun sempre achou que Lu Han era quem fosse o passivo daquela relação. — Espera, Sehun é o passivo? Ele perguntou mesmo, não tava mais nem aí, quem tava na chuva era pra se molhar mesmo. — Você achava que ele era o ativo, por que? Tá aí uma resposta que Baekhyun não tinha, não havia parado para pensar até então, mas Sehun aparentava ser o “marido” daquela relação, sempre tão calado e concentrado, o via de forma tão séria que jamais o imaginaria por baixo de ninguém. — Bem, é que... — Eu tô brincando! — novamente o Lu o empurrou pelo ombro, Baekhyun não sabia que eles já eram tão amigo assim, se brigasse com Chanyeol e fosse demitido já sabia a quem pedir emprego — Na maioria das vezes ninguém acredita, foi engraçado ver a sua cara de confuso. — Lu Han olhou para o chão e sorriu sem graça, Baekhyun continuou o olhando mudar as expressões olhando para o nada de forma boba — Eu amo tanto o Sehun, não sei o que faria se um dia eu o perdesse, ele é tudo o que eu tenho de mais precioso. Talvez Baekhyun nunca tenha parado para pensar naquilo, no que Sehun e Lu Han significavam um para o outro, nem sempre aparentavam ser o casal mais apaixonado do mundo, mas se parasse para prestar atenção, onde um estava, o outro também estava lá, e a forma discreta e delicada que tinham de sutilmente demonstrar amor um ao outro. Não sabia se um dia poderia viver algo assim, ser amado daquela forma e ter alguém ao seu lado para compartilhar sentimentos verdadeiros. Tudo o que tinha no momento era Chanyeol, e aquela mentira i****a. — Queria ter alguém que me amasse assim. — sem querer deixou escapar, até tentou disfarçar depois, mas Lu Han já tinha ouvido. Só não esperava que ele fosse o olhar de forma tão calorosa e compreensiva. — Sei que é inseguro em relação à Chanyeol, no começo eu também achava que eu e Sehun não teríamos um final feliz, mas lutamos até as coisas se encaixarem. — Lu Han parou de andar, Baekhyun parou ao seu lado, uma das mãos do chinês repousou sobre o ombro do Byun — Baekhyun, um dia Chanyeol vai te amar da forma que você deseja tanto que ele ame. E o pior de tudo aquilo, era que bem lá no fundo, Baekhyun acreditou nas palavras de Lu Han.    
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