Quando entrei naquela mansão me senti sufocada com tudo, Enzo vinha logo atrás mas nem me importei com ele e já fui me trancando no quarto. Eu estava fervendo de raiva. – que raiva, só tenho vontade de segurar ele pelo pescoço e apertar até que ele pare de respirar_ falo andando de um lado para o outro, enquanto aperto um pescoço imaginário_ mas não, morrer é fazer um favor para ele, ele deve é sofrer, sentir na pele o que é dor verdadeira, dilacerante e pura, incapaz de ser arrancada de seu peito e capaz de fazê-lo desejar a própria morte_ aperto meus cabelos com raiva. – falando de mim?_ a voz dele soa atrás de mim, mas não me viro para o encarar, praguejando por não ter trancado a porta a chave. Me viro em sua direção_ é, eu estava falando de você, praguejando pela sua existência e t

