Minhas pernas estavam fracas e era quase impossível permanecer em pé, mas eu ainda tentava parar Lucien. Essa nova forma que ele havia adquirido o deixava muito forte e uma vampira junto com uma humana contra ele não era uma luta nem um pouco justa. — Se você me quer, tudo bem você me tem, mas solta ela — Cami pediu com dificuldade e lágrimas em seu rosto. Lucien olhou para ela com um sorriso e me soltou, tirando a mão de seu peito lentamente em seguida. Cami caiu no chão sem forças e corria para ajudá-la. Assim que dei meu sangue para ela se curar, Lucien me jogou de lado e puxou ela pelo cabelo com raiva. Um estrondo foi ouvido e me esforcei para virar a cabeça e ver Klaus atravessando a porta estilhaçada no chão. — Mary? — Ele correu até mim, colocando a mão no ferimento em meu pes

