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1171 Palavras

O chão frio e as paredes fechadas não eram nada confortáveis. As correntes com verbena cortavam minha pele e eu estava há dias sem tomar uma gota de sangue. Ninguém apareceu desde que me prenderam aqui e a escuridão do lugar não me permitia ver muita coisa, mas sempre senti que havia alguém me observando entre as paredes. A pesada porta de ferro foi aberta com um rangido e Klaus entrou com um copo de sangue nas mãos. Fechei meus olhos na tentativa de ignorá-lo, mas ele sentou ao meu lado. — Não era pra ser assim — ele disse simplesmente. Permaneci em silêncio, olhando para qualquer ponto que não fosse seu rosto. — Seu irmão esteve aqui mais cedo procurando por você, eu assegurei que estava bem mas não deixei ele vê-la porque sei que arrumaria um jeito de fugir. — Então seu plano é

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