O dia já tinha começado… m*l. Zuri sabia disso antes mesmo de chegar à clínica. O atraso não era comum nela. Não depois de tudo o que tinha assumido, de tudo o que carregava. Mas naquela manhã, o corpo parecia pesado… a mente mais ainda. Ela quase não dormira. As palavras da reunião ainda ecoavam na sua cabeça. Sangue híbrido. Execução. Guerra. E agora… mais um dia. Mais pessoas para salvar. Ou tentar salvar. Quando abriu a porta da clínica, o cheiro familiar de ervas e sangue conservado a recebeu imediatamente — um contraste estranho que já se tornara normal na sua vida. Mas não foi isso que chamou sua atenção. Foi quem estava lá dentro. — Marek? — disse, franzindo levemente a testa. Ele estava encostado próximo à mesa principal, enquanto Lisbeth organizava alguns frascos.

