A morte do primeiro paciente não foi apenas uma perda isolada dentro da clínica de Zuri; foi um acontecimento que reverberou silenciosamente por todo o seu ser, como um eco persistente que se recusava a desaparecer. Havia algo naquele momento que ultrapassava a dor comum de não conseguir salvar alguém — era uma sensação de falha mais profunda, mais enraizada, como se aquela morte tivesse aberto uma fissura invisível no mundo que ela estava, até então, começando a compreender e a construir. Desde que chegara ao reino vampírico, Zuri vinha lutando para encontrar o seu lugar, para provar — para si mesma, mais do que para qualquer outro — que ela não era apenas uma humana transformada, uma peça deslocada em um jogo maior, mas alguém capaz de fazer a diferença. E, durante um breve período, ela

