No sábado assim que eu acordo eu encaro o quarto totalmente escuro, o que não é o meu habitual e nem o de Louise, ficou parada por segundos e sei que não estou sozinha e que ainda tem um cara dormindo a uma cama da minha, eu encaro o escuro e fico parada, lembrando dele e de mim dentro do banheiro. Era o cúmulo do rebaixamento. Respirei fundo e me levante, me aproximando da janela sem fazer barulho e encarando o corpo imóvel na cama, coberto com a coberta de Louise e a outra cama vazia. Ela sai e me deixa com a bomba dela? - Dá para fechar a p***a dessa janela e me deixar dormir, Louise?! - A voz dele soa alta e eu encaro ele de olhos fechados. - Louise não está, já são sete da matina, hora de ir para sua casa ou sei lá como aquele antro se chama – A minha voz faz com que ele abra os o

