Guilherme acabou acordando pela manhã e parecia mais animado, Veronica acabara de ver pela noite uma nuvem n***a saindo da casa e Guilherme estava sorridente quando encontrou com os amigos.
- então Renato, onde vamos hoje? Guilherme chegou animado.
- depois da fabrica nao vai mais com a gente. Renato estava certo daquilo.
- porque re? Perguntou Guilherme.
- porque voce nao está bem meu amor, por isso que estou aqui. Edílson disse a Guilherme - que tal a gente dar uma volta?
- tudo bem pai, vamos dar uma volta pela cidade e os meninos vão caçar lendas. Guilherme acabou indo para o quarto.
Ele se arrumou e esperou o pai para dar uma volta pela cidade onde o pai iria dar um banho de loja em Guilherme.
Guilherme levou o pai para o shopping da cidade e saíram a comprar as roupas que ele mais gostasse e para ele era um vislumbre aqueles looks e ate chamava atenção das pessoas no shopping.
- nossa, que rapaz lindo cara. Uma moça olhou na direção dele.
Ele nao percebeu e nem ouviu pois estava com um headphone no ouvido e o pai percebera o que estava havendo naquele instante e deu risadas para o filho.
Neste momento em que Guilherme tirou os fones do ouvido, percebeu pelo espelho da loja que alguem olhava para ele e que estava encapuzado do outro lado do corredor, somente Guilherme e Edilson que viam aquele homem, ninguém que estava no shopping poderia ver. Guilherme olhou e engoliu seco, sabia que algo de errado poderia acontecer e o encapuzado recuou pois viu que Edílson carrega a uma cruz no peito e saiu correndo indo para longe.
Naquele momento então depois de Edílson pagar as compras, ele encontrou Guilherme que estava chegando no carro que era dele e Edilson colocou as coisas dele lá e mesmo assim perceberam que alguem os olhavam no estacionamento.
- o que aquele cara de capuz tanto olha pra nós? Edílson estava assustado pensando ser um assalto.
- eu que nao vou ficar aqui para descobrir, vamos embora. Guilherme olhou para a frente, ligou o carro e foram embora.
Guilherme estava tao assombrado com aquilo que nao percebeu que aquilo nao era uma pessoa de verdade e sim um anuncio de um filme que estaria para estreiar no cinema da cidade.
Guilherme achou que estava ficando porque olhou para aquele homem e pensou que fosse um homem de verdade, mas o que poderia explicar que o homem aparecia dentro do shopping e ele saiu correndo?
Guilherme se pôs a chorar e sabia que nao estava ficando louco e quando chegaram em casa depararam com o mesmo homem do outro lado da rua.
- pai, olha ali do outro lado da rua cara, é o homem de capuz do shopping. Guilherme se exaltou por um instante.
- filho, fala baixo, pelo que está dizendo porque ele pode saber que está falando dele. Edílson abaixou Guilherme.
- mas pai, ele está atravessando a rua, ele vai me pegar pai, por favor não deixa. Guilherme comecou a entrar em desespero.
Naquele momento Renato foi chegando e o que estava perseguindo eles acabou desaparecendo e Guilherme abraçou ele e Renato ficou sem entender o que estava havendo com eles.
Naquele momento Renato nao estava entendendo o que acontecia, mas pediu que eles entrassem na casa , ele sentiu em suas costas um gelado que depois se fez na forma de um homem de capuz.
- cuidado morador com essa casa, o que está nessa casa fará voces brigarem ou até mesmo se matarem, cuidado que nao brinco. O alguém disse e saiu dali para longe.
- mas quem é... Renato se virou e o homem nao estava mais lá.
Ele nao estava entendendo mas sabia que o irmão nao estava ficando louco e sabia que Guilherme nao podia dormir naquele quarto.
- eu hein v***o, essa foi da pega cara, acho que está havendo algo demais ainda aqui. Renato estava certo.
- nao falei com você? Estava certo de falar que esse homem estava nos seguindo. Guilherme constatou que nao estava louco.
- pai, o Guilherme vai dormir com vocês no ônibus, ele nao vai mais dormir nesse quarto. Renato falou com grande intuito.
Nesse momento em que Guilherme entrou no ônibus do pai, Renato tinha certeza de que o perigo tinha saído dali.
Naquela noite o perigo tinha passado e Edilson sabia o que deveria fazer, procurar aqueles que estavam no lugar quando ele chutou o ritual, mas parecia que ia ser difícil arrumar o que tinha quebrado.
Renato enquanto isso dentro de casa procurava um sentido para aquilo e tudo e tentava falar daquele assunto porem algo acontecia dentro de casa e o que fazer agora?
- Rodrigo, o que posso fazer para conseguir que essa coisa saia de minha casa? Renato estava sem norte.
- Renato, se acalme, Veronica nao vai desistir ate que essa coisa saia dessa casa. Rodrigo sabia com que se metia.
Nesse momento então eles foram andando pela casa e esperando que pudesse encontrar alguma coisa e sentem nesse instante como se a casa balançasse com a força da oração de Veronica e aquilo sentia como se fossem pregos enfiado em seus pés.
Naquele momento Renato foi saindo para poder ir ate a cidade com os amigos fazer umas compras que o pai tinha deixado o seu cartão gold com eles para comprar o que quisesse e Guilherme foi com eles.
- pai, será que posso ir com eles? Guilherme estava louco para ir.
- lógico que pode meu amor, vai sim, vai e compra o que quiser pra você. Edílson permitiu que ele fosse.
- a gente vai e compra alguma coisa pra você também, tudo bem? Estamos indo. Guilherme ficou muito feliz.
Eles foram saindo para fazer as compras da casa e Edilson ficou em casa esperando eles para o almoço. Enquanto naquele momento Edílson fazia o almoço esperando a volta dos filhos para comerem e eles estreiar o ônibus do pai.
Edílson recebeu a visita de Irene naquele momento que desconfiava de que ele poderia não ser o pai dos rapazes, mas como nao seria se ele sabia o gosto de cada um deles?
- como voce sabe do que eles gostam? Irene se espantou com aquilo.
- nao fique espantada, apenas porque sou o pai deles, o Helton nao lhe disse nada? Edilson tentou se explicar.
- como voce pode ser o pai deles? Irene perguntou.
- eu fiz o exame deles Irene, esse exame nao mente, o DNA nao mente nunca. Edilson entregou o resultado para ela ler.
Neste momento então eles se abracaram e ele ficou feliz em saber o que estava acontecendo.