Donna desviou o olhar, levando o café aos lábios. O silêncio entre eles era estranho, mas não desconfortável. Dylan puxou uma cadeira e sentou-se ao lado da escrivaninha. — Você parece… cansada — ele disse, observando-a. Ela soltou uma risada curta, sem humor. — Estou. Essa semana foi intensa. — Quer falar sobre isso? Donna hesitou, os olhos fixos no café. Parte dela queria. Outra parte… não podia. Então, apenas disse: — Não tem muito o que contar. Eu só... preciso que isso dê certo. Ele a encarou com uma intensidade calma. — Vai dar. Você é a pessoa mais determinada que eu conheço. Donna sentiu algo estranho apertar seu peito. Não sabia o que era pior: a fé genuína de Dylan nela ou o fato de que, se ele soubesse de tudo, talvez essa imagem perfeita que ele tinha dela se despedaça

