Um pequeno bater de boca envolto em tumultos ocorre nos corredores do Hotel. Alberto, nu, está completamente envergonhado. Ângela não sabe onde enfiar sua cara, mas Roberto, o dono do lugar, não parece ligar tanto assim. — Eu acho até que bem feito. — comentou. Geraldo o encarou com surpresa. Quando Alberto se veste, Pedro, uma das policiais e a oficial de justiça vão até o carro em direção à Delegacia. — Já volto. — comentou Pedro encarando Roberto e Geraldo. O clima e a tensão que tinham, parece mais amenizado, agora que finalmente conseguiram prender o monstro do Alberto. — Só tem uma policial? — comentou Roberto. — Porque? — Meu filho é arisco. — O meu filho estará junto eu nunca perdi para você. — Isso é passado. — brincou Roberto. A viatura partiu. Existe uma delegacia um

