Eram 07h30min, quando meu despertador tocou. Acordei ainda com as lembranças de Amanda em minha mente. Tomei um banho e parei diante do espelho, não que eu seja narcisista, mas eu adoro ver minha bela imagem refletida no espelho.
Eu sou um cara com 1,80m de altura, moreno, cabelo liso e preto, olhos negros, minha estrutura física era invejável, tudo graças a uma academia no prédio. Nossa eu sou um pedaço de mau caminho.
Depois do meu momento "Espelho, espelho meu", me deu uma vontade louca de ver a Amanda, então resolvi dirigir até a sede da revista para fazer uma surpresa para ela com a desculpa de falar sobre a reforma do apê.
- Posso ajudar? - perguntou a secretária logo quando entrei.
- Claro, quero falar com a senhorita Amanda.
- Qual seu nome? Vou avisar que está aqui!
- Adam!
Passaram-se 15 minutos de espera, e nada dela me chamar. Será que ela estava me evitando?
- Senhor Adam, a sra. Amanda está a sua espera, pode seguir, a sala dela é no fim do corredor.
Segui pelo caminho que a secretária me indicou e quando cheguei bati antes de entrar.
- Entre - Disse Amanda.
Fiquei pensando na reação dela a me ver depois do ocorrido, antes de abrir a porta. Será que ela vai tirar a roupa e t*****r comigo em sua sala? Tomara que sim.
Fechei a porta atrás de mim.
- Oi, Amanda. - disse sorrindo.
Ela olhou para mim com uma feição estranha, estava nervosa.
- Olha, Adam, quero que saiba que o que aconteceu ontem foi um erro - respirou fundo. - Eu estava meio bêbada por conta do vinho, e acabei perdendo a cabeça.
- Você quer dizer que o que aconteceu não significou nada? Eu não quero compromisso com você, mas o que aconteceu não foi só sexo e você sabe disso.
- Olha, eu m*l te conheço, e sim, foi só sexo sem compromisso, nada mais.
Respirei fundo, eu sabia que ela gostou, até mais do que eu, e que queria de novo, eu podia ver nos olhos dela.
Aproximei-me dela e parei poucos centímetros de sua boca - aquela boca me deixava louco. Ela olhou para mim trêmula.
Agarrei-a pela cintura e coloquei a mão entre seus cabelos, fazendo ela se contorcer, e beijei seus lábios com força. Depois olhei para ela e falei:
- Isso significou algo para você?
Ela não respondeu. Prendeu suas pernas em minha cintura e continuou o beijo. A coloquei em sua mesa, desci meus lábios e beijei seu pescoço. Ela jogou sua cabeça para trás e estava toda arrepiada.
Comecei a desabotoar sua camisa quando alguém bateu na porta. p**a merda, tinha que interromper na melhor hora?
Amanda levantou da mesa e arrumou sua roupa e seu cabelo que estavam bagunçados. Ela ficava muito gostosa com essa cara de excitada.
- Pode entrar - disse.
Era a secretária da recepção.
- Sra. Amanda, a senhora tem uma reunião com um colunista da revista em 10 minutos.
- Tudo bem, Alice. O sr. Adam já estava de saída.
- Certo. - Disse Alice saindo da sala.
- Estou é? - perguntei olhado para ela com cara de triste.
Ela riu.
- Tchau, Adam. Depois a gente se fala, tenho que trabalhar.
Sorri para ela maliciosamente.
- Até logo, baby - disse saindo.
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Já era noite e estava revisando alguns projetos quando a campainha tocou.
- Já vai - gritei.
Abri a porta e dei de cara com Amanda.
- Meu Deus, eu morri e não estou sabendo? - perguntei surpreso.
Ela nem se quer disse oi, entrou e me beijou de surpresa. Meu Deus, que mulher.
Ela pulou, jogando suas pernas em minha cintura. Fechei a porta com o pé e a levei para o quarto jogando-a na cama.
- Meu Deus! Garota, você quer me deixar louco?
- Cala a boca e me beija! – Ela disse, me puxando para si.
Desabotoei sua camisa e comecei a beijar seu pescoço, descendo pelo seu b***o até os s***s.
Tirei o seu sutiã e chupei seus m*****s. Desci minha língua até sua barriga. Ela se contorcia sobre a cama, toda arrepiada.
Tirei sua saia e desci minha mão por sua calcinha, alcançando o c******s.
- Nossa... Como você está molhadinha.
Retirei sua calcinha e passei minha língua delicadamente no seu c******s fazendo-a gemer alto.
Tirei as calças e peguei uma camisinha na cômoda ao lado da cama.
Penetrei sua v****a lentamente enquanto ela gemia. Acelerei o ritmo cada vez mais.
Como ela era sexy e com aquela cara de desejo ficava mil vezes mais.
Quanto mais seus p****s balançavam, mais eu acelerava o ritmo.
- Goze para mim, Amanda!
Ela gozou e logo depois eu cheguei ao clímax.
Joguei meu corpo ao lado do seu exausto.
- Então, dessa vez significou? - perguntei.
- Nossa... E como significou!
Rimos.
Transamos mais duas vezes naquela noite – nossa, que noite.