Capítulo 2

829 Palavras
Eram 07h30min, quando meu despertador tocou. Acordei ainda com as lembranças de Amanda em minha mente. Tomei um banho e parei diante do espelho, não que eu seja narcisista, mas eu adoro ver minha bela imagem refletida no espelho. Eu sou um cara com 1,80m de altura, moreno, cabelo liso e preto, olhos negros, minha estrutura física era invejável, tudo graças a uma academia no prédio. Nossa eu sou um pedaço de mau caminho. Depois do meu momento "Espelho, espelho meu", me deu uma vontade louca de ver a Amanda, então resolvi dirigir até a sede da revista para fazer uma surpresa para ela com a desculpa de falar sobre a reforma do apê. - Posso ajudar? - perguntou a secretária logo quando entrei. - Claro, quero falar com a senhorita Amanda. - Qual seu nome? Vou avisar que está aqui! - Adam! Passaram-se 15 minutos de espera, e nada dela me chamar. Será que ela estava me evitando? - Senhor Adam, a sra. Amanda está a sua espera, pode seguir, a sala dela é no fim do corredor. Segui pelo caminho que a secretária me indicou e quando cheguei bati antes de entrar. - Entre - Disse Amanda. Fiquei pensando na reação dela a me ver depois do ocorrido, antes de abrir a porta. Será que ela vai tirar a roupa e t*****r comigo em sua sala? Tomara que sim. Fechei a porta atrás de mim. - Oi, Amanda. - disse sorrindo. Ela olhou para mim com uma feição estranha, estava nervosa. - Olha, Adam, quero que saiba que o que aconteceu ontem foi um erro - respirou fundo. - Eu estava meio bêbada por conta do vinho, e acabei perdendo a cabeça. - Você quer dizer que o que aconteceu não significou nada? Eu não quero compromisso com você, mas o que aconteceu não foi só sexo e você sabe disso. - Olha, eu m*l te conheço, e sim, foi só sexo sem compromisso, nada mais. Respirei fundo, eu sabia que ela gostou, até mais do que eu, e que queria de novo, eu podia ver nos olhos dela. Aproximei-me dela e parei poucos centímetros de sua boca - aquela boca me deixava louco. Ela olhou para mim trêmula. Agarrei-a pela cintura e coloquei a mão entre seus cabelos, fazendo ela se contorcer, e beijei seus lábios com força. Depois olhei para ela e falei: - Isso significou algo para você? Ela não respondeu. Prendeu suas pernas em minha cintura e continuou o beijo. A coloquei em sua mesa, desci meus lábios e beijei seu pescoço. Ela jogou sua cabeça para trás e estava toda arrepiada. Comecei a desabotoar sua camisa quando alguém bateu na porta. p**a merda, tinha que interromper na melhor hora? Amanda levantou da mesa e arrumou sua roupa e seu cabelo que estavam bagunçados. Ela ficava muito gostosa com essa cara de excitada. - Pode entrar - disse. Era a secretária da recepção. - Sra. Amanda, a senhora tem uma reunião com um colunista da revista em 10 minutos. - Tudo bem, Alice. O sr. Adam já estava de saída. - Certo. - Disse Alice saindo da sala. - Estou é? - perguntei olhado para ela com cara de triste. Ela riu. - Tchau, Adam. Depois a gente se fala, tenho que trabalhar. Sorri para ela maliciosamente. - Até logo, baby - disse saindo. ✢✢✢ Já era noite e estava revisando alguns projetos quando a campainha tocou. - Já vai - gritei. Abri a porta e dei de cara com Amanda. - Meu Deus, eu morri e não estou sabendo? - perguntei surpreso. Ela nem se quer disse oi, entrou e me beijou de surpresa. Meu Deus, que mulher. Ela pulou, jogando suas pernas em minha cintura. Fechei a porta com o pé e a levei para o quarto jogando-a na cama. - Meu Deus! Garota, você quer me deixar louco? - Cala a boca e me beija! – Ela disse, me puxando para si. Desabotoei sua camisa e comecei a beijar seu pescoço, descendo pelo seu b***o até os s***s. Tirei o seu sutiã e chupei seus m*****s. Desci minha língua até sua barriga. Ela se contorcia sobre a cama, toda arrepiada. Tirei sua saia e desci minha mão por sua calcinha, alcançando o c******s. - Nossa... Como você está molhadinha. Retirei sua calcinha e passei minha língua delicadamente no seu c******s fazendo-a gemer alto. Tirei as calças e peguei uma camisinha na cômoda ao lado da cama. Penetrei sua v****a lentamente enquanto ela gemia. Acelerei o ritmo cada vez mais. Como ela era sexy e com aquela cara de desejo ficava mil vezes mais. Quanto mais seus p****s balançavam, mais eu acelerava o ritmo. - Goze para mim, Amanda! Ela gozou e logo depois eu cheguei ao clímax. Joguei meu corpo ao lado do seu exausto. - Então, dessa vez significou? - perguntei. - Nossa... E como significou! Rimos. Transamos mais duas vezes naquela noite – nossa, que noite.
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