38 - Cavaleiro

1011 Palavras

Cavaleiro Narrando Acordei depois de umas poucas horas de sono. O corpo ainda doía, mas a cabeça já tava ligada no que vinha pela frente. O dia mäl tinha começado e eu já sabia: o cerco tava fechando. A prisão do Bruno não era acaso, era recado. Desci as escadas da mansão devagar, ainda com a mente pesada, e fui direto pra sala de jantar. A mesa já tava posta pelas empregadas, café servido com frutas, pão, tudo no capricho. Sentei na ponta, puxei a cadeira e perguntei logo: — E a Lorena? Uma das funcionárias respondeu com respeito: — Ainda está dormindo, senhor. Assenti com a cabeça e comecei a tomar meu café em silêncio. Não tinha estômago para aquilo, mas eu precisava mostrar firmeza. Antes mesmo de terminar, o celular vibrou sobre a mesa. Era a Dra. Sofia. Atendi na hora. — Bom

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