Cavaleiro Narrando Tava voltando pra casa, fim de tarde, trânsito pesado, e a cabeça martelando tudo que tinha rolado na câmara. De repente, pelo retrovisor, percebi um carro estranho colado demais. Pisava quando eu pisava, reduzia quando eu reduzia. O instinto não falha, e o meu gritou: perseguição. Mantive a calma, mas já comecei a bolar a saída. Não demorou pra um segundo carro aparecer do lado, tentando me fechar na pista. — Ah, não… — murmurei. Joguei o volante firme pra direita, puxei a marcha, acelerei e entrei de vez numa curva que não tava nos planos deles. O carro cantou pneu, senti o corpo ser jogado contra a porta, mas consegui escapar da armadilha. Quem conhece rua sabe que às vezes a melhor fuga é na coragem. Mäl recuperei o fôlego e começou o barulho seco dos tiros. Ra

