Robson — Ca, vamos dormir — murmuro cheio de sono. — Robson, ainda é sete da noite — fala, ajeitando o cabelo num ninho danado. Mas te falar, filha da p**a linda irmão. — Sete da madrugada, tá nessa — me jogo na cama. — Vamos descer pra comer, Rob — me dá um selinho — Eu tô com fome. — Mó cara de esfomeada. Tem o que na tua barriga? Buraco n***o? — Para de graça, cara — me taca a almofada — Eu como pouquinho. Tu sabe bem disse. — Vive arregando nos rodízios — dou gargalhada com a cara dela — Fraquinha, fraquinha — debocho dela. — Não sei por que sou tua amiga, garoto — sai do quarto, batendo a porta e pisando fundo. Surtou a doida. — Tu é minha amiga não, Cassia — levanto da cama, gritando atrás dela — Tu sabe bem que não é só isso — desço as escadas, que dá direto para a cozinh

