- Vamos nos ver quando? - pergunto, quando ele para o carro na frente da escola. - Quando quiser. - Não tenho seu número. - Não seja por isso. Eu dou - Entrego meu celular para ele, o observando por a sequência de números e salvar - Pronto - diz me entregando o aparelho. Desço do carro, andando até o portão azul quadrado, esperando o mesmo abrir e Renata sair. Não demora para que o portão abra e, menos de cinco minutos depois, Renata surge. - Oi - digo sorrindo, segurando seu rosto entre as mãos, beijando sua cabeça - Tudo bem? Ela assenti. - Tá - responde sem muita emoção. - O que é que você tem? - Só estou cansada. Abraço seus ombros, a puxando para mais perto. - Então vamos pra casa. Quer comer o quê hoje na janta? - Nos afastamos do portão e só então noto que Marco estava no

