Três semanas se passaram. E desde minha última “conversa” com Marco, não apareceu mais, muito menos ligou ou mandou alguma mensagem. Talvez por orgulho, também não liguei. Não queria que pensasse, que estava tentando forçá-lo a se casar comigo ou que estava me rastejando aos seus pés. Estava dando o espaço que ele queria. Nestes dias, me empenhei no processo de um cliente, cuidei de alguns reparos no apartamento e comprei movéis. Tudo do jeitinho que sempre sonhei, simples, porém aconchegante. Como havia imaginado, Renata só escolheu a cor rosa para seu quarto e nunca me senti tão feliz em comprar brinquedos para as prateleiras que havia nas duas paredes oposta do quarto. Renata havia se adaptado mais rápido que pensei na escola, me deixando aliviada. Nenhum d

