Eu o abracei forte e apertei tão forte. Esse abraço era exatamente o que eu precisava. Sem perguntas, apenas derramando amor. Meus pais teriam me perseguido primeiro, me questionado depois e talvez me abraçado depois de cometer o mesmo “erro” duas vezes. E isso foi um grande talvez. Mas Cane não me enganou. Ele não podia. Por que ele teria sido trazido para a minha vida, se não deveríamos ser alguma coisa? Não fazia sentido. Tinha que haver uma razão para isso. Tinha que haver felicidade no final da nossa história. -Pronta para ir? Ele perguntou depois de beijar o topo da minha cabeça. -Sim. Vamos lá. Cane pegou minha mala e a carregou em uma mão, usando seu braço livre para enganchar em volta de mim e caminhar comigo para fora do aeroporto. Eu me agarrei a ele, e embora eu me sentisse

