Um. Dois. Três tiros. E nenhum deles fez com que meu coração parasse de bater ou que posteriormente a dor que tomava contado meu corpo cessasse. O barulho de um corpo sendo espatifado ao chão se tornou audível e assim que eu abri meus olhos era ele, Scott se encontrava jogado ao chão, com uma grande possa de sangue ao seu redor, minha boca se entreabriu em um perfeito "O" e no segundo seguinte me olhar de desviou pra porta e tendo em vista o garoto com roupas escuras e uma pistola prateada em mãos. Fred. – Blá, blá, blá. - Fred murmurou. – Ele deveria saber que quando nós queremos matar alguém, nós atiramos, sem avisos prévios ou com discursinho cliché de filme. - completou, ele sorriu. – Olá, Helena. Me levantei rápido e mesmo que meu corpo implorasse que eu ficasse ali, eu corri até

