KIARA Meus olhos dispararam para a minha esquerda, onde Nino estava me observando com uma leve curiosidade. Ele estava vestido com calças pretas e uma camiseta preta justa que expunha seus braços tatuados. Seu cabelo estava puxado para trás em um r**o de cavalo muito curto. Eu corei e rapidamente me levantei. — Eu sinto muito. Eu deveria ter perguntado antes de começar a tocar. Eu nem sei se tenho permissão para isso. Nino franziu a testa e aproximou-se e não parou apesar da minha crescente tensão. Ele encostou-se ao piano, perto, mas ainda a mais de um braço de distância. Seus olhos me examinaram da cabeça aos pés, e eu me forcei a ficar parada, permitindo-lhe sua avaliação. Era um privilégio dele. Finalmente, seus olhos encontraram os meus. — Por que você não poderia tocar piano? —

