Seguimos para a sala de reuniões e a cada passo que dava, sentia meu coração acelerar. Abri a porta e vi Mark olhando pela janela. Quando nossos olhos se encontraram pela primeira vez depois de tanto tempo, memórias que haviam sido esquecidas, voltaram à tona. — Olá Savana. — Olá Mark. Ele me analisa de cima a abaixo. — Não preciso nem perguntar como está; pela vida que tem levado deve estar muito bem — apenas o observo — e está ainda mais linda… Reviro os olhos impaciente. — O que quer? — entro e os demais entram logo depois. — Pensei que fosse uma reunião particular… — indaga olhando para os outros. — Você os trouxe — digo. — Então, peço que se retirem — diz autoritariamente. — Ficaremos — Jerry afronta. Mark ri. — Você vê necessidade da presença deles aqui Savana? — Mark p

