Um grifo preto, com as pontas das penas azuis, estava agachado como uma ave no ninho. O bico gigante apontando para o norte. Estava tão imóvel que mais parecia uma estátua. O general pegando as malas da garota, colocou na matchan, que agora eram mais luxuosas, com estofados aveludados e detalhes dourados. Sentando-se no assento em meia lua e macio, Aisha se sentiu uma princesa de contos infantis, voando literalmente para as nuvens de algodão. Os lábios repuxados em um sorriso abobalhado e fascinado. O castelo celeste ficava acima das nuvens. Em torno dele, várias ilhas, cada uma pertencente a uma das ordens élficas. Algumas só dava para ver uma sombra distante, outras apenas algumas torres pontiagudas e no centro, a majestosa soberana. “Aquela era a Cidade Celeste” – Pensou completame

