– Acorda minha princesa – a voz rouca de sono desperta devagar os sentidos, meus olhos não querem se abrir, enrosco as pernas junto às dele e aninho minha costa em seu peito, os braços estão envolta do meu corpo aquecido pelo edredom misturado ao calor carnal. – Ei dorminhoca, tenho que ir trabalhar... Você não quer me ver antes de ir? – sua boca teimosa esfrega minha bochecha amassada, a barba por fazer raspa a pele do pescoço até que conseguir se encaixar entre o vão dele e o ombro. – Hummmm, não vai você está tão quentinho – uso o tom dengoso para convencê-lo. – Eu to, é? – lábios acertam minha bochecha, testa, nariz e boca numa constância. – Infelizmente preciso ir, duas reuniões com futuras aquisições. Cancelo os compromissos hoje à tarde se você me quiser na ultrassom. Abro

