- Precisamos de ajuda... – falei, a voz quase não saindo. – A mão dele... Acho que quebrou. Por favor... - Primeiro ele se acalma. Depois entra para ver o ferimento. Pessoas doentes estão aqui. É um ambiente de silêncio. - Perdemos alguém importante há pouco tempo – explicou Daniel – É... Complicado. - Acalme-o e ele volta... Só isso. – O homem pediu, mais brando. Eles saíram. Não havia muito movimento ali fora. Creio que já era madrugada. Ben sentou no cordão da calçada, colocando a cabeça entre os joelhos e chorando... Alto, com dor, com sentimento... Feito uma criança. Como eu queria poder gritar e botar para fora tudo que eu sentia naquele momento. Eu também tinha vontade de berrar, brigar com Deus, culpá-lo pela dor que eu sentia. Mas não saía nada. Ben precisava de mim. Fui

