___Tô ferrada, o Alfredinho tinha que se afastar logo no dia da prova, pelo jeito este professor novo é f**a!
Eu ouvia os cochichos de meus colegas, mas não conseguia tirar os olhos do novo professor. Ele era bem gostosinho por sinal, mas tinha uma cara de ser um verdadeiro p*u no c***.
A prova começou e o silêncio pairava no ar, o olhar de águia do novo professor substituto - Carlos - sobre os alunos deixavam todos nós acostumados com colas, muito ansiosos e tensos. Ao caminhar para sua mesa Carlos lançou um aviso dizendo que estava de olho e que se pegasse algum aluno colando tomaria a prova e o mandaria direto para a diretoria.
Era meu primeiro período na faculdade na faculdade e eu já estava p**a da vida por ser o primeiro período, apenas 3 meses de aula e o professor titular já tinha sido substituído. Bela bosta esse semestre!
Assim que Carlos sentou-se à sua mesa, seus olhos encontraram os meus, que imediatamente abri um sorriso cativante. Mantendo sua seriedade o professor Carlos abriu uma revista e começou a ler, mas volta e meia seu olhar percorria pelas minhas pernas. Percebendo o olhar dele, comecei a abrir sutilmente minhas pernas permitindo-o ter uma visão perfeita de minha calcinha por baixo da saia.
Um pouco mais ousada levei minha mão debaixo da saia e puxei a minha cola, “Gostoso..., mas é bobinho...”, pensei sorrindo enquanto provocava-o e aproveitava para responder as minhas questões.
Minutos depois se aproximando de mim, o professor Carlos me tomou a prova e disse:
– Nathália Rodrigues, já para a diretoria! - Olhando-o assustada levantei-me da cadeira, depois o olhei novamente; agora com raiva e saí da sala.
Mais tarde no pátio da escola...
__ Mas que vacilo hein Naty! Aquele professor não é o Alfredinho não, cara! Este ai é casca grossa! – disse Dj, apelido de Djonathan, um dos meus melhores assim como a namorada dele, Carol - enquanto dava uns amassos nela.
- Aquele filho da p**a! Ele vai se ver comigo, ah se vai – disse com muita raiva e sangue nos olhos.
Devido ao meu histórico, de quem aprontava todas nos corredores, banheiro e salas das facul, peguei três dias de suspensão e o diretor havia sido categórico, de que na próxima vez, seria expulsão, ou como dizem nos dias atuais, seria convidada a me retirar da instituição.
Em meu segundo dia de suspensão, fui até o colégio no final das aulas pois estava à procura do professor Carlos. A bronca que eu havia levado de meus pais me deixou revoltada e eu estava decidida a falar umas boas para ele. “Ele deve estar no laboratório...”, pensei enquanto subia as escadas em direção ao último andar do prédio. Assim que cheguei na porta do laboratório, dei uma espiada e em decepcionei ao ver que não havia ninguém ali.
- Droga! Fiquei frustrada, mas logo minha atenção voltou-se para uns gemidos que eram trazidos ao ar. Vinha do final do corredor; e curiosa, eu não podia deixar de espiar, até porque eu já sabia do que se tratava os gemidos, restava saber quem eram os envolvidos.
A porta da última sala estava entre aberta e era de lá que eles vinham. “Carol?!! Não é possível... E com ele? ... Ah não...”, Carol era namorada de DJ e uma das minhas melhores amigas, e naquele momento encontrava-se sobre a mesa dos professores sendo fodida com brutalidade pelo i*****l do professor Carlos.
Eu assistia a cena paralisada, via minha amiga virar os olhos com a força das estocadas e aquilo começou a me excitar. Logo comecei a massagear minha b*** por cima do short curto que estava vestindo com um cropedd, perdendo-me totalmente naquele prazer e foi então que me assustei ao me deparar com aquele olhar encarando-me com um sorriso sádico. Ele fodia a Carol olhando pra mim como quem estivesse em pensamento dizendo: “é isso aqui que você merece e tô imaginando você aqui”.
Assustada, saí às pressas dali. Mas foi ao virar em um dos corredores da faculdade que:
__Ora, ora, ora, veja só quem encontro aqui, não é famosa Nathalia. Por acaso eu não lhe dei uma suspensão de três dias senhorita Nathalia Rodrigues?
__Sim diretor, me desculpe, estava só procurando... Meu relógio! Achei que havia perdido no laboratório de anatomia, mas não o encontrei.
Em silêncio ele percorreu lentamente o olhar pelo meu corpo como quem quisesse me devorar.
- Nathalia, eu espero que você não desperdice esta última... chance de se tornar enfim uma boa... Aluna. Caso contrário, meu próximo “castigo” vai doer um pouco mais...porém eu vou adorar fazer isso. Ah! E a propósito... Seu relógio está bem aí no seu pulso...
Olhando-o completamente sem jeito e eu diria até sem resposta, dei algumas gaguejadas e saí correndo. Minha respiração ofegante, meus pensamentos me enlouqueciam, pois eu não conseguia parar de pensar naquela cena e principalmente no olhar do professor Carlos me encarando.
Assim que voltei da suspensão, eu evitava falar com a Carol depois de tudo que vi, mas ao mesmo tempo não conseguia tirar o professor Carlos da cabeça. Era um misto de ódio e t***o que me deixava ao ponto de delirar. Depois do intervalo, a turma ganhou uma aula vaga devido à ausência do professor de Genética.
Os alunos se espalhavam pelo pátio e afastando-se de meus amigos, eu andava sozinha pelos corredores da faculdade. Eu estava convencida de que não estava à procura de ninguém, mas volta e meia me imaginava sendo enrabada por aquele filho da p**a. Entrei na biblioteca e entre seus estreitos corredores olhava os livros nem um pouco interessada por algum título.
Foi então que repentinamente senti aquele corpo colando atrás de mim e aquelas mãos a me segurar firme...
– Procurando por alguém Natália? – ele disse ao pé de meu ouvido.
Livrando-se dos braços dele, virei-me de frente encarando-o e disse:
___Você é nojento! Vou denunciar você seu tarado!
___Ah, ah, ah, mas você não vai mesmo, e sabe por quê? Porque você está louquinha para sentir meu p** dentro de você – disse Carlos empurrando-me contra a parede.
Em seguida, levou sua mão por debaixo de meu vestido, puxando minha calcinha deixando-a na altura dos joelhos.
___Eu vou gritar seu... – tentei dizer, mas Carlos logo tampou minha boca com um beijo ao mesmo em que socava um em minha bu** estocando-a com vontade.
Com o rosto corado eu gemia baixinho sentindo dois dedos dentro de mim, segurando-me no corpo dele e não demorou muito para que gozasse. Afastando-se de mim, Carlos disse:
__ Agora que você já sentiu um pouquinho, aguarde... Nos encontraremos em breve, minha doce Naty.
Duas semanas depois...
O diretor da facul havia autorizado os alunos do 3° ano organizarem uma festa de Halloween como forma de encerramento de semestre antes das férias e todos se animaram muito com a notícia e não viam a hora de festejar. A única exigência do diretor era de que estivessem todos fantasiados, e assim aconteceu.
Chegado o grande dia, quase todos os alunos do 1° ao 3° ano estavam na festa. A famosa calourada, típica em muitas faculdades. Vestida de Arlequina com um vestido curto, botas e segurando um bastão de basebol, cheguei na festa acompanhada da minha turma do 3° ano. A festa estava perfeita, todos se divertiam muito, mas passado certo tempo, despistei meus amigos e em meio àquelas máscaras e trajes, estava à procura do professor Carlos. Não sei o motivo, mas eu queria encontra – lo pois sabia que ele no mínimo estaria tentando comer mais alguma aluna e eu precisava de provas para denunciá-lo. Eu não colocaria minha amiga em risco.
Tomando cuidado para não ser vista, me dirigi a sala dos professores, mas fiquei enfurecida a vendo vazia, mas foi então que repentinamente senti alguém me agarrar por trás e com um pano tampou minha respiração fazendo-me perder os sentidos.
- Onde estou? – dizia sentindo meus olhos vendados e meu corpo quase nu a tirar pela calcinha que ainda usava. Ao tentar me mexer percebi que meus punhos encontravam-se presos acima da minha cabeça.
- Me solta!! – gritei - É você, não é, seu filho da p**a maldito! O que você quer?
Senti a presença dele; estava parado um pouco à minha frente. Então repentinamente ouviu-o se aproximar fazendo meu coração disparar, sentia-o andando em torno de mim como quem estivesse me analisando.
Eis que um metal frio tocou minha coxa me fazendo respirar mais fundo e sussurrar. Pelo formato, concluí que se tratava de uma faca - o que me fez prender a respiração de nervoso por não saber o que poderia acontecer comigo - e a prova veio em seguida, quando ele cortou a lateral da minha calcinha deixando-me completamente nua.
- Agora eu vou te ensinar como se tornar uma boa aluna.
Slapp... Slapp...
- Aíííí... Aiiiii.... – eu gritava sentindo minhas coxas queimarem de dor ao sentir tiras de borracha vindas dos golpes do chicote de meu opressor.
Os dedos da mão dele encaixaram-se em minha b*** e passaram a estocar-me com vigor. Percebendo que eu estava a ponto de gozar, ele tirou seus dedos, desamarrou a corda que segurava meus punhos e me carregou em seus braços colocando-me em uma espécie de cama. Deixei-me levar, estava completamente imerge naquele clima, naquele jogo. Apesar do medo, eu já sentia que seria prazeroso de algum jeito.
Colocando-me de quatro na cama, ele ficou por atrás e deslizou sua mão pela minha bu** e em seguida a abocanhou. Deslizando sua língua, ele chupava meu pequeno e apertado ânus, rosado fazendo meu corpo tremer de tamanho t***o. Minutos depois, ainda sentindo aquela língua a me chupar com destreza, gozei nos lábios daquele homem.
___Nossa... Eu nunca senti algo assim... – tentando recobrar o fôlego.
Assim que recobrei o fôlego, ele me guiou até uma poltrona e me fez sentar-me em seu colo de frente para ele e ajeitando seu c****e à em minha bu***, disse ao pé de meu ouvido:
___A partir de agora você será minha escravinha s****l, e deverás me chamar de Sr. Dante, fui claro?
- Arhnnn... Sim... Sr. Dante... Sou toda sua... – respondi, já fora de mim, enquanto deslizava naquele c****e sentindo-o rasgar-me toda.
- Boa menina...
Eu cavalgava extasiada sobre aquele c****e que tinha um formato incrivelmente grosso e de um tamanho perfeito. Enquanto subia e descia sobre ele, eu sentia aquela boca chupando meus s***s, mordiscando os m*****s e sua mão pesada a golpear minha b***a com força. E naquela sala, passamos cerca de duas horas e meia servindo ao meu então dono e atendendo todos seus desejos.
Deitada naquela cama completamente nua, vendada e com meus punhos presos na cabeceira da cama acima da cabeça ele colocou um chaveiro com cinco chaves e um cadeado em minhas mãos e disse:
- Uma destas chaves desfaz o cadeado e te deixará livre... Encontre a chave correta e poderá sair daqui... – disse isto e inclinou-se sobre mim beijando-me com fervor fazendo-me suspirar e não querer sair dali. Olhando-me pela última vez, eu conseguia ouvia sua risada sarcástica e maliciosa enquanto partia daquela sala que ficava no porão da faculdade deixando-me sozinha.
Cerca de 5 minutos depois, consegui me libertar e tirando a venda de meus olhos, percorri o olhar pelo ambiente em minha volta. Vi a Cruz de Santo André, correntes com grilhões de metal pendurados na parede e todos aqueles chicotes e apetrechos de tortura.
- Meu Deus... – disse sentindo um calafrio percorrer meu corpo, incrivelmente tudo aquilo só me fazia desejar mais.
Voltando para a festa, encontrei com o restante da turma, que logo vieram questionando sobre meu desaparecimento. Usando a desculpa de que estava com um garoto do 3° ano eu escapei rapidamente dos questionamentos de meus amigos. Mas foi então que DJ chegou com uma notícia que me chocou.
- Naty, ficou sabendo da última?
- Não, qual é?
- O professor Carlos foi afastado do colégio e não dará mais aula pra gente, já faz dois dias isto, parece que pegaram ele com uma aluna no laboratório de Genética.
- Mas eu o vi... Na festa, agora pouco!
- Viu nada, aqui ele não pode nem colocar os pés, senão será preso! Naty está tudo bem?
- Está... Sim... – um flash de imagens passou pela minha mente, recapitulando como havia sido deixada naquela sala. A ameaça dias atrás do diretor no corredor, a ameaça do professor na biblioteca. E então me dei conta de que em nenhum momento olhei nos olhos de meu opressor.
– Meu Deus... – disse antes de perder os sentidos e desmaiar.