Eu morava em uma casa imponente é rodeada de belos jardins no número 205. Olhando o imóvel, deduz-se que ali mora uma família em situação tranquila de bem-estar. No interior da casa, sentada no sofá da sala está a Valéria. Morena, cabelos longos, s***s médios, corpo opulento, mas com formas proporcionais. Não podemos dizer que ela é obesa, não, longe disso, mas seu corpo farto exprime uma sensualidade inexplicável, que ao vê-la, o primeiro sentimento que surge é a vontade de abraça-la. Aos quarenta anos, casada há vinte com Henrique, ela está absorta, refletindo sobre a sua vida. Está triste, sente falta de algo e sabe muito bem o que é: carinho. Seu marido não lhe dedica atenção, sexo raramente acontece e ela sente falta. Sua autoestima como mulher e fêmea está abalada, essa indiferença

