A amizade nunca morre.

1258 Palavras

Heitor Tomei banho e me vesti, antes de descer para me despedir do pessoal, vi que a porta do quarto da minha irmã estava aberta. Aproximei-me e abri um pouco, ela estava deitada na cama olhando para o teto, viajando em seus pensamentos. Bati três vezes na porta, ela se erguei e olhou para mim. Sentou-se na cama para me receber. Abri um pouco mais a porta e ela sorriu para mim. — Posso entrar? — Já entrou. — Fato — concordei. Caminhei até a cama e sentei na beirada, estudando sua linguagem corporal, que indicava que não estava de TPM. Geralmente, quando estava quieta assim, era porque estava naqueles dias e quando esses dias batia com os da minha mãe, era um Deus nos acuda dentro de casa. Sentia pena do meu pai. — Conte-me, o que a fez ficar tão pensativa? — Conheci um cara, ontem,

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