Marcus voltou para a fazenda indo direto para o quarto de Analú ignorando a todos em seu caminho. Consuelo sabia mais do que deixava transparecer, a velha governanta parecia ser a resposta para as muitas perguntas de Marcus. — Como ela está? — perguntou apontando para a garota dormia encolhida em sua cama. —¡Ella estaría bien si usted no la hubiera entregado al demonio! — a mulher esbravejou empurrando Marcus com o dedo enquanto ele se afastava da fúria dela. — Já chega Consuelo, venha ao meu escritório agora! —interrompeu ríspido e a mulher saltou assustada. Ela o seguiu tentando manter-se longe dele e suas mãos trêmulas dançavam ao redor de seu rosário, Marcus teria rido se a situação não fosse tão caótica. — Consuelo, eu não farei m*l a ela, não se preocupe! — ele a tranquilizou, e

