Nas mãos de Yslara, um instrumento com oito cordas. Tinha um tamanho mediano entre um violão e um ukulele, e embora tivesse um braço, o corpo era triangular, similar a uma balalaica. As cordas eram todas semitransparentes como nylon, mas brilhosas. Senti uma vontade imensa de perguntar sobre, mas não tive tempo. Eulina passou com um caldeirão quente na mão e nos apressou. Enquanto eu as seguia, não conseguia tirar o olho do instrumento. Podia dizer que me simpatizara ainda mais com Yslara só por saber que ela tinha inclinação para a área musical. — Eles estão só te esperando! — Um homem de aparência mais velha que guardava a entrada avisou-nos. A moradia em que entramos era muito grande. A escavação das paredes se estendia por uns quatro metros de altura. Algumas empregadas circulavam em

