Bati na porta da casa de Eulina e aguardamos. Quem a abriu foi Yslara, surpreendida pela nossa presença inesperada. — Ooo... — Ela estava tão nervosa que não conseguia encontrar as palavras. Sem saber o que fazer, ajoelhou-se em reverência. — Majestade, perdoe as palavras rudes que lhe disse ontem. — Aquilo não foi rude. Levante-se, criança! Sou grato pela forma como cuidaram da minha companheira. Deixo-a em suas mãos mais um pouco. — Dito isso, voltou-se para mim. — Depois que eu terminar a reunião, passo aqui para te pegar. — Combinado! — Sorri para ele e peguei Yslara pelo braço enquanto entrava. Ela ainda estava sem reação. Troquei um último olhar com meu companheiro antes dele seguir seu caminho. Eu mesmo encostei a porta, já que Yslara estava completamente perdida. — Você está bem

