Ayla estava em pé olhando para o rio Paranapanema quando Naja se aproximou, era um bom rastreador e não foi difícil encontrar a israelense, mas quando ele a chamou, com o susto a garota escorregou e caiu. Naja pulou no rio, nadava bem, mas a correnteza era forte demais e o soldado precisou lutar pela própria vida, usou todas as forças que tinha, mas só conseguiu sair da água muitos metros adiante. Enquanto isso, a garota não lutava, não foi uma escolha, tinha perdido o equilíbrio, a ponte era escorregadia, mas agora achava uma forma bonita de acabar com o que sentia. Deixou o corpo ser levado, sentiu o impacto da cabeça em algo duro, talvez uma pedra ou um galho, quando os olhos se fecharam a mente ainda lhe trouxe as recordações dos beijos de Marco, o primeiro dia no Brasil e as sens

