Álvaro não conseguia dormir, ele se mexia na cama, em resumo ele estava inquieto, já não conseguia dormir sem o calor do corpo de sua esposa ao seu lado, estava com o coração angustiado. Decidiu levantar e ir até a cozinha beber água.
Ao passar pelo corredor, passou no quarto do filho e o viu dormir tranquilo, sorriu. Observando o filho ele percebeu o quanto tinha sido e******o por ter deixado se levar pelo momento, jamais deveria ter deixado Virgínia o beijar e menos ainda corresponder . Suspirou e foi até a cozinha.
Ayla não estava muito diferente de Álvaro, não conseguia dormir, mas ao contrário do seu marido os sentimentos que a invadiram era de insegurança, medo, tristeza. Álvaro não contou pra ela de primeira. Por que ele correspondeu ao beijo? Será que não a amava mais ? Estava cansado ? Ou será que nunca esqueceu Virgínia? Teria sido ela só uma forma dele seguir a vida ? Com esses pensamentos se afundou mais ainda nas lágrimas.
Álvaro voltava da cozinha e quando subiu as escadas e passava pelo quarto do casal ouviu os soluços de Ayla, o coração dele se apertou, ele sabia que era por causa dele. Não resistiu e adentrou no quarto.
Álvaro: Pequena......
Ayla: Álvaro, eu quero ficar sozinha
Álvaro: Ayla, não faz assim, me dói saber que está chorando.seguiu e sentou-se na cama.
Ayla: Por que fez isso? Por que a beijou?
Álvaro: Olha pra mim, Pequena...
Ayla sentou se na cama e ele se aproximou secou as lágrimas da esposa e disse:
Álvaro: Eu sei que errei, eu não sei o por que deixei que as coisas chegassem a esse ponto, entende ? Talvez porque já tinha bebido e estávamos falando do passado me deixei levar, mas não foi nem será igual como é com você.
Ayla: Você ainda a ama? Seja sincero, por favor. Perguntou com aperto no coração, não sabia se estaria pronta para ouvir a resposta. - Álvaro, você nunca a esqueceu, né? Perguntou voltando a chorar e Álvaro se assustou ao ver o que ele tinha feito com a esposa, ela duvidava do que ele sentia, não era para menos.
Álvaro: Por Deus, Ayla. Eu não senti nada, absolutamente nada nesse beijo. Foi um erro e******o, ela não significa nada para mim. É você que eu amo.
Ayla: Eu não sei o que pensar.... Não conseguia confiar nele.
Álvaro: Eu nunca senti pela Virgínia o que eu sinto por você, ela me fez um favor enorme em ir embora, porque eu pude te enxergar, é você que eu amo, minha pequena, sempre foi você. Eu sei que isso te deixou insegura, mas não precisa eu nunca vivi com a Virgínia um terço do que vivo com você. Nunca tive um sentimento tão forte por alguém como tenho por você. Você e o Allan são tudo na minha vida.
Ayla: Eu te amo. Eu não quero te perder, se algum dia você se interessar por outra pessoa ou estiver confuso eu quero ser a primeira a saber, não minta para mim e não esconda nada, por favor.
Álvaro: Eu não vou me interessar por ninguém,meu amor é você quem eu amo.
Ayla: Promete que se acontecer você vai me contar ? Ainda tinha dúvidas e ele quiser se socar por a deixar tão insegura.
Álvaro: Eu prometo. Se aproximou dela limpou as lágrimas e a beijou . Um beijo calmo, apaixonado e cheio de ternura, ele parou o beijo e encarou os olhos azuis que tanto amava.- Eu te amo, pequena. A beijou só que agora um beijo intenso, ele a tomou nos braços e a deitou na cama, ele tinha urgência em tê-la nos seus braços. Ayla passou a alisar as costas do marido enquanto ele beijava seu pescoço.
Eles se beijavam intensamente, como se não fizessem isso há anos, tinham urgência um do outro. Então Álvaro tirou sua camisa e sorriu em seguida para sua esposa, depois ajoelhou- se na cama e a encarou.
Álvaro: Tire a camisola para mim.
Ayla ainda meio atordoada ficou de joelhos na cama de frente para o seu marido, então deslizou as alças da camisola para baixo e deixou que a mesma escorregasse pelo corpo para nos seus joelhos em cima da cama. E Álvaro teve um surpresa.
Álvaro: Por Deus Ayla você está sem calcinha. Ayla sorriu sapeca.- Você me enlouquece.
Ayla: você ainda está vestido.
Álvaro: Calma, pequena. Eu quero te olhar. Deite-se. Ayla obedeceu deitou-se e ficou sob o olhar do marido, um olhar cheio de desejo. Os olhos de Álvaro se escurecem da imensidão do desejo que ele tinha por aquela mulher. Então ele tirou a calça, ficando só de cueca e tirou de cima da cama a camisola.
Ele ficou por cima da sua esposa e a beijou com paixão e desejo, desceu os beijos até o colo e se apossou do seio direito e com a mão passeava o outro arrancando gemidos involuntários da sua mulher.
Álvaro beijava o ventre dela e foi descendo até chegar com sua boca na i********e dela.
Álvaro: Abra-se para mim. Ayla obedeceu e abriu mais as pernas para o seu marido.Ele começou a chupa- la fazendo com que ela gemesse alto agarrada aos lençóis. Ele continuou os movimentos com sua língua.
Ayla: Eu.....aaah....
Álvaro: Que foi, pequena ? Sorriu sínico.
Ayla: Eu....vou....é..
Álvaro: Goza pra mim, quero te provar.
Ela não resistiu e gozou, foi o primeiro o*****o da noite, ele seguida ele tomou nos braços e a pós sentada no seu colo, entrelaçando as pernas dela no seu quadril roçando sua i********e, ele apertava mais e mais, a puxando cada vez mais para ficarem com os corpos totalmente colados. Ela gemia enquanto Álvaro apertava sua b***a e mordiscava os s***s. Ela beijava o maridão com volúpia.
Álvaro: Por Deus! A cada dia mais gostosa
Ayla: Eu te quero
Álvaro: O que quer minha Ayla?
Ayla: Quero você .
Álvaro: Me quer? Como você quer?
Ayla: Não judia....
Álvaro: Me responda
Ayla: Quero você dentro de mim
Ele não resistindo mais tirou a cueca se posicionou em cima dela e a penetrou de uma só vez, fazendo a gritar.
Álvaro: Não....podemos.....acordar o Allan. Disse com dificuldade devido ao prazer que sentia.
Ayla: Mais.....forte.....
Álvaro aumentou as estocadas, ele ia cada vez mais rápido e mais forte, os dois gemiam devido ao prazer que sentiam, no quarto ecoavam os gemidos e os gritos de Ayla. Álvaro percebendo que os dois estavam chegando ao ápice.
Álvaro: Abra os olhos pra mim. Quero ver você enquanto goza pra mim, quero ver o que eu te proporciono, quero ver os seus olhos enquanto te faço minha. Diga que é minha, Ay.
Ayla: Eu..Não conseguia dizer nada devido ao prazer que sentia, estava enlouquecida, ela rebolava pra ele, enquanto ele a estocar cada vez mais forte e fundo.
Álvaro: Diga Ay, diga que é minha. Disse autoritário.
Ayla: Eu....sou..... sua...
Álvaro: Minha somente minha. Disto isso ele estocou mais uma vez e atingiram o clímax juntos. Ele desabou em cima dela, enfiou a cabeça no pescoço dela e assim ficaram até que a respiração de ambos se normalizassem.
Depois de um tempo já com a respiração normalizada, ele se encaram e sorriam um para o outro, não precisava de palavras para expressar o que sentiam, ele ainda estava dentro dela. Ela começou a mexer o quadril o instigando.
Álvaro: Ay...não brinca com fogo .
Ayla: Que foi Doutor, eu quero me queimar. Sorriu maliciosa.
Álvaro: Segundo round? Sorriu pra ela
Ayla: Que foi, não aguenta ?
Álvaro: Vou te mostrar quem não aguenta.
Então eles começaram tudo de novo e naquela noite se amaram mais três vezes. O desejo os consumia é só pararam quando o corpo de ambos foram abatidos pela exaustão.
Suados, ofegantes,saciados,completos, realizados, felizes e apaixonados, era assim que se sentiam.