Capítulo 15

1120 Palavras
Após a refeição matinal, Ayla conseguiu falar com Mari, mas não conseguiu adiar o trabalho tinha que ir a Boutique resolver algumas documentações. Ela avisou ao marido e ao filho que não poderia ficar, o menino não ficou muito satisfeito, mas o fato de ter o pai ao seu lado já o deixava bem feliz. Ayla Foi terminar se arrumar e deixou o marido brincando com o filho na sala. Ao terminar de se arrumar foi se despedir deles. Álvaro: Já vai? Perguntou desanimado. Ayla: Sim, tenho que ir. Álvaro: Tudo bem. Fez biquinho Ayla: Não faz esse bico. Foi até o marido e mordeu o biquinho dele. Allan imitou o pai e fez bico também. - Vocês dois em, acabam comigo desse jeito. Foi até o filho e beijou a bochecha dele que sorriu pra mãe Allan: Te amo mamãe Ayla: Também te amo, meu amor. Álvaro: Te amo, mamãe imitou o filho. Riu Ayla: é muito bobo. Riu e se aproximou do marido, Álvaro a puxou pela cintura e a beijou no início um beijo calmo e apaixonado, mas o beijo começou a ter um ritmo acelerado, as mãos de Álvaro já estava por baixo da blusa de Ayla e começava a apertar a cintura dela pra mais perto, as mãos de Ayla estavam no cabelo do marido o puxando para mais perto, os corpos estavam colados e Álvaro já mordiscava o lábio inferior da esposa só pararam quando o ar faltou. Eles se encaram e sorriam um para o outro com as festas coladas. Ayla: Te amo. Sussurrou Álvaro: Se eu pudesse te jogava nesse sofá e fazia você gozar até perder os sentidos chamando meu nome. Disse no ouvido dela e a fez arrepiar. Ayla: É melhor eu ir antes que a gente perca a cabeça. Disse e ia se afastar do marido, mas ele foi mais rápido e a puxou e beijou, um beijo feroz e cheio de urgência. Álvaro: Olha o que você faz comigo. Disse em baixou e passou a mão da esposa na sua ereção que já estava crescida. Ayla: Álvaro..... Ela já estava excitada também, mas precisava se conter não iria ceder tão fácil e precisava ir trabalhar. Eles foram interrompidos por Márcia que chegou na sala. Márcia: Não queria atrapalhar ... Disse sem graça Ayla: Tudo bem, Márcia. Márcia: Eu vim saber o que a menina deseja que faça para o almoço já que o mocinho ainda está doentinho. Ayla: Ele ontem tomou uma sopa de legumes, acho que hoje ele já pode comer algo mais sólido, faça um risoto de frango que ele gosta. Álvaro olhava fascinado para a esposa, amava a mulher e adorava ver o seu lado dona de casa, além de mãe, empresária, amante, amiga, ele definitivamente não via sua vida sem a esposa. - O que acha amor? Virou-se para o marido Álvaro: Acho ótimo, amor. Allan: Ah, mas eu queria batata frita Álvaro: Você quer Campeão ? Ayla: Álvaro não, é fritura e ele ainda está se recuperando Álvaro: Deixa, pequena. Ele vai até comer melhor se for algo que ele realmente quer. Márcia: Menino, eu acho que a Annie tem razão. Ayla: Álvaro, vc é médico mesmo? Riram Álvaro: Com vocês eu perco meu lado médico. Deixa vai ? Só hoje . Fez biquinho Allan: É, deixa mamãe. Fez biquinho igual ao pai. Ayla: Eu posso com isso, Márcia ? Riu Márcia: Deixa menina, um dia só não vai fazer m*l. Álvaro: Viu amor, deixa .. Ayla: Tudo bem, vocês venceram, mas só hoje em. O marido foi a beijou o filho ficou olhando os pais se beijaram e sorriu já estavam acostumado a ver os pais assim. Allan: Tá bom já, eu quero beijo da mamãe também. Eles se separaram e riram Ayla foi até o filho e o beijou o menino se jogou no colo dela. Mais alguns minutos e Ayla saiu de casa, enquanto dirigia para ir ao trabalho pensou em algo. Ela já tinha feito as pazes com o marido, mas não ia facilitar tanto, ele não podia fazer as coisas e depois ficar tudo bem, ele precisava de um leve castigo e ela já sabia o que ia fazer. Riu só com a cara que ele ia fazer. Não demorou muito e ela já chegou a loja, Mari ainda não havia chegado, ela foi até sua sala, cumprimentou a todos e ficou lá trabalhando. Então passou mais alguns minutos e Mari entrou na sua sala com uma cara não muito boa Mari: Bom dia, Amiga Ayla: Bom dia, Mari. O que foi? Mari; Como foi a conversa com o Álvaro? Ayla: Nós conversamos e agora está tudo bem. Mari: Que bom que se acertaram. Ayla: Como você está? Mari: Eu estou bem amiga, já não choro mais e já estou conformada com a traição. Ayla: Não gosto de te ver assim Mari: Está tudo bem, não vou ser hipócrita de dizer que não me abalou, abalou sim, mas pela falta de consideração dele do que pela traição em si, você sabe que não o amava mas queria respeito, eu gostava dele. Ayla: Eu sei, mas você vai ficar bem. Vai superar e vai aparecer uma pessoa que realmente te mereça. Mari: Não queira pensar nisso agora. Ayla: Tudo bem Mari: Chegou uma proposta para fecharmos um contrato com a marca Diaz. Ayla: você está falando da marca Aaaron Diaz? Disse surpresa Mari: Essa mesmo, eles querem fechar um contrato conosco, para que você desenhe algumas peças para marca deles e nos vendermos algumas peças aqui. Seria uma sociedade e o contrato duraria em torno de um ano. Aliás o retorno financeiro é simplesmente extraordinário Ayla: Eles são a marca mais famosa de Londres. Disse ainda sem acreditar. Mari: Sim, Ayla. Olha é uma oportunidade incrível, um passo muito grande. Eu vou deixar você analisar a proposta deles. Ayla: Sim, eu vou analisar e levar pra casa também quero ver o que o Álvaro acha, mesmo não sendo a aérea dele, eu quero uma opinião. Mari: Tudo bem. Disse e já ia se levantando Ayla: Mari Mari: Sim? Ayla: Estou pensando em fazer uma coisa, mas não sei se vai dar certo, queria saber o que você acha. Mari: Pode dizer Ayla. Ayla: Eu e o Álvaro já brigamos duas vezes por causa da Virgínia, nos conversamos e estamos bem, mas... Mari: você não quer que ele saia sem aprender lição não é? Ayla: sim, não quero que ele ache que toda vez uma conversa vai resolver, afinal me chateou o que aconteceu no Hospital. Mari: Eu te entendo, você quer que ele veja as consequências das brigas de vcs. Ayla: Isso Mari: E o que vai fazer ?
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