Capítulo 27

1056 Palavras
Ayla já estava na cama com uma camisola longa de seda, cor bege de renda no b***o realçando os s***s e que tinha um a******a na lateral da perna esquerda o fato é que assim que Álvaro saiu do banheiro já com uma cueca samba canção preta olhou a esposa e mesmo sendo uma camisola simples que ela já havia visto no corpo dela várias vezes para o estado dele era altamente provocativa. Eles se encaravam e o desejo era latente, mas ela logo interrompeu o contato visual. Ayla: Eu queria te agradecer por você ter me defendido e defendido a nossa família. Ele se aproximou dela e ajoelhou-e se na frente dela Álvaro: Meu amor, eu amo a nossa família, amo isso que a gente construiu eu não ia deixar ninguém faltar com respeito a minha mulher, seria o mesmo que faltar a mim Ayla: Eu te amo. Alvaro: Eu também te amo. Eles logo começaram um beijo calmo e apaixonado as línguas se moviam em perfeita sincronia, o beijo foi ganhando mais movimentos ele já estava por cima dela na cama apertando a cintura diminuindo qualquer espaço que possa existir entre eles. Ele distribuía beijos no pescoço dela, chupava mordiscava ela o acariciava os cabelos o trazendo mais pra si. O fato é que assim se ele deslizou a alça da camisola tento a visão de um dos s***s dela, logo o abocanhou o chupando enquanto a das mãos apertava o outro ela gemia o que o deixava louco até que ela sentiu a ereção dele então interrompeu o momento o empurrando. Álvaro: Pequena.....disse quase em súplica. Ayla: Não, Álvaro. Álvaro: Eu juro que eu vou enlouquecer desse jeito. Ayla: Ainda não é o momento. Álvaro: Eu já aprendi a lição, não faz isso eu te quero tanto. Ayla: Não amor, outro dia Álvaro: Pequena, olha pra mim. Ela obedeceu e ele apontou para o seu m****o que já estava duro - Não faz isso. Disse quase suplicando para ela ceder ela teve dó pelo olhar dele, ela também estava excitada só que tinha que ser forte para fazer o que queria. Ayla: Não, amor. Foi tudo o que ela conseguiu dizer, Álvaro viu que não ia ter jeito e foi tomar outro banho gelado, quando saiu do banheiro ela já estava deitada ele se aconchegou a ela na cama abraçando-a. Para Álvaro ela dormia só que assim que ela percebeu que o marido dormia tranquilo levantou-se da cama devagar para não acordá-lo e foi ao banheiro ela tem precisava tomar um banho frio estava com o corpo em chamas e foi muito difícil dizer não, mas sabia que era por um bom motivo. Assim que tomou o banho saiu do banheiro bem devagar e deitou na cama estava com o corpo mais tranquilo, porém inquieto, não conseguia dormi, então virou ficando de frente para o marido procurando o corpo dele, que mesmo dormindo a recebeu de bom grado ele dormiram abraçados. Ao amanhecer Dina e Erick foram trabalhar, Dina foi para o Hospital e o Erick para o seu escritório, ela estava nervosa com relação ao exame. Então ela foi até o laboratório coletou o sangue e agora só restava esperar, a informaram que em 3 horas ficaria pronto, porém eram as três horas mais longa de toda sua vida e mesmo assim procurou focar no seu trabalho. Mari porém não conseguiu dormir direito o fato de saber que Cris dormia com outras mulheres mesmo já tendo ficado com ela, a consumia de decepção, raiva e ciúmes. A verdade era que ela estava sendo cegada por duas coisas: ciúmes por ele ter tido outras mulheres e orgulho ferido, ela tinha consciência que não tinha direito de cobrar nada, que não havia sido traição, mas ela estava cheia de ciúmes e orgulho ferido. Mesmo tendo uma noite m*l dormida se arrumou para ir trabalhar. Já na casa de Álvaro e Ayla, Cristhian já estava na mesa tomando seu café junto com Allan, que insistiu para o tio tomar café com ele, não aguentava mais esperar os pais, eles conversavam e brincavam. Cris não conseguiu ter uma boa noite de sono ficou pensando nas palavras de Mari a noite toda, mas iria ouvir o que os amigos disseram iria espera a poeira baixar, não iria conversar com ela agora, afinal na visão dele, ele não devia satisfação nenhuma a ela. No quarto Álvaro acordou primeiro e viu que ele e Ayla praticamente se esmagavam um no outro as pernas dela enroscada na dele, os braços envolvendo a sua cintura e o pesçoco, só que ele reparou que ela não estava mais de camisola, ela só vestia uma calcinha e aquilo já foi o suficiente para desperta-lo por completo. Álvaro: Você quer me m***r só pode. disse em sussurro passando a mãos pelos s***s dela fazendo com ela despertasse. Ayla: Bom dia, amor Álvaro: Bom dia, pequena. Posso saber o que pretende ? Ayla: Como assim? Álvaro: Dorme de camisola e acorda só de calcinha. Sentiu calor é? Perguntou cínico. Ayla: Deixa de ser convencido. Álvaro: Aposto que ficou com o corpo em chamas também, tanto que se aconchegou no meu corpo. Ayla: Para de ser convencido, não foi nada disso. Álvaro: Eu te conheço, amor. Conheço teu corpo, conheço tudo em você e foi isso sim, mas fico feliz em não ser o único sofrendo com essa greve, você sabe que a hora que quiser é só me dizer. Disse e levantou da cama dando uma piscada pra ela. - Vamos tomar café, querida. Logo após fazerem suas higienes e mudarem de roupa foram tomar café e encontraram Allan, Márcia e Cristian em um papo animado. AyA: Bom dia. Allan: Bom dia, papai e mamãe. Eles beijaram o filho. Cris: Até que fim, em. Márcia: Bom dia, meninos. Allan: É hoje que vamos no parque de águas. Eles riram Álvaro: É sim, campeão. Allan: Tio Cris vai com a gente ? Cris: Não pequeno, eu vou para casa da vovó Ruth. Allan: Ah! Cristhian se despediu iria ficar na casa de Ruth. Ayla não ia trabalhar avisou a Mari que não se importou em supervionar tudo, elas conversaram um pouco por ligação, mas não tocaram no assunto Cristhian. Não demorou muito e logo a família estavam no carro em direção a um passeio em família.
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