Capítulo 5:

1306 Palavras
Matthew narrando: Pelo radinho me disseram que tava tendo briga na pracinha. Tão achando que essa p***a é bagunça. Já dei o papo que se fazer alvoroço na minha quebrada vai ficar careta e tomar um corretivo, mas quem disse que aprende? Só na base da p*****a mesmo. Esse povo não tem o que fazer, uma roupa pra lavar, uma caça pra limpar, uma criança melequenta pra cuidar. Vai pra rua fazer show. Saio da boca na minha nave e chego na pracinha, onde o pessoal está em volta da rodinha acompanhando a pancadaria de perto. Sem paciência, tiro a arma da minha cintura e dou três disparos pra cima e o povo se assusta, uns até chegam a correr com medo. Quando olho vejo que era a pretinha maluca e a Alana brigando. As duas nem se procuraram com os disparados, continuam se batendo e se xingando. —Acabou o show caralho.—Grito e alguns começam a ir embora. Tiro a Morena de cima da Alana, que estava toda marcada de unha, os cabelos bagunçados e com sangue escorrendo da cara. —Nossa, teve um estrago feio.—Digo olhando a situação da cara da Alana. Ela está com raiva, sangue nos olhos e até tenta começar a briga de novo. —Eu vou te m***r sua filha da p**a arrombada. Tá pensando que só porque tá dando essa b****a podre pro meu homem que vai ficar por isso mesmo? Eu vou te deixar careca v*******a. —Alana grita, tentando ajeitar os cabelos. As amigas chegam pra ajudar.—Não vou sossegar enquanto não arrancar essa bucha que você chama de cabelos. —Tá ficando maluca sua p***a?—Seguro no rosto de Alana com força, fazendo ela me olhar com medo.—Tá achando que é bagunça? Qualquer dia eu te coloco numa cova rasa filha da p**a. Vem fazer barraco de novo pra você ver. —Foi ela que começou.—Fala chorando.—Deveria me defender, eu que sou tua mulher, que tô fechando contigo todos esses anos. —Eu que comecei? Você só pode estar ficando louca. Eu nunca quis essa atenção maluca.—Sam ajeita os cabelos. Ela está menos pior, mas também tem umas marcas pelo rosto e braços.—Segura tua mulher Mm, da próxima vez ela vai ficar pior. —Que minha mulher, tá ficando maluca é? —Me solta.—Alana se debate e eu solto.—Depois você não vem atrás de mim. Não vou ficar te dando moral, tu não merece nada. —Tá avisada.—Ameaço e ela sai, junto com o bonde da p*****a. —E tu em? Nunca se meteu em briga, e agora já tá assim?—Cruzo meus braços e olho pra ela.—Quem te viu quem te vê dona cacheada. —Depois que eu conversei contigo tudo de r**m vem acontecendo comigo.—Revira os olhos.—Não vem atrás de mim não, que eu não quero confusão. Eu sou da paz. —Já pode sair zé povin do caralho.—Ameaço pegar minha arma e eles saem, deixando de tomar conta da vida dos outros.—Sobe aí, eu te levo na tua casa. —Só porque eu não quero andar. Ligo a minha moto e ela sobe na garupa. De início ela nem encosta em mim, dou uma acelerada e ela é forçada a me abraçar, não antes de me dá um beliscão nas costas. Quando chego na casa do Lucas, ela me convidou pra entrar na educação, e eu aceitei, vendo que ela ficou bolada. Resultou que eu dei uns amassos com ela, a neguinha tava quase implorando pra sentar na minha vara. Quem sabe outro dia eu não pego ela de jeito. Semanas depois.... Tô pensando em assumir a morena lá. Já tem umas semanas que tô ficando com ela, ela quer coisa séria. Vou tentar, não garanto que vá dá certo. Ela me estressa na maior parte do tempo que a gente tá junto. Reclama quando eu olho para as meninas que só faltam jogar na minha cara. Fazer o quê se tá no sangue? Mas mesmo assim acho que vou tentar um lance com a morena, ela mexeu comigo, não consigo parar de pensar nela ,em como ela deve ficar linda de quatro pra mim, ou apanhando com o bico do meu fuzil, enquanto eu marolo com um cigarro de maconha. Chego an boca, estaciono e vou para minha salinha, que está cheia de trouxinha de maconha e pinos de cocaína. Mando o Th ir na minha sala, me passar o relatório. —Fala o lucro das drogas.—digo e ele se senta e me dá uma prancheta com gráficos. O moleque é liso na matemática, é diferenciado. —Tá tendo alta chefe.—ele diz.—Os playboy tão rendendo uma grana alta. Do nada penso na pretinha e por bobeira deixo um sorriso de canto escapar. —Qual foi desse sorriso?— ele pergunta e só aí eu lembro que não tô sozinho.—Tá pensando em mulher né filho da p**a. —Eu não tô sorrindo.—digo e tento disfarçar. — Eu sei o motivo desse sorriso, tem nome e sobrenome. Mano cê tem que assumir a mina, ela tá interessada em você também ,só que tu não toma iniciativa. Se você não dizer que tá interessado nela logo, depois vai ser tarde, outra pessoa já vai ter dito.—ele diz e eu fico com raiva da última parte. —Eu sou de todas c*****o, não vou sossegar só com ela, eu sei disso. —Espero que esteja fazendo o certo, pra depois não se arrepender.—ele diz e saí.—Aí tu que sabe. Fé aí irmão. Fico refletindo o que ele me disse. Não tem negócio de outro dizer que quer ela não. Antes disso eu mato ele. Tomo uma decisão e vou falar com a preta. Saio da boca e vou em direção à casa do Lc, onde eu sei que ela vai estar. Ela só anda por lá. Chego e bato na porta, que abre em seguida.Ela estranha a minha presença, mas mesmo assim me manda entrar. —O meu irmão tá na boca.—ela diz e me manda sentar no sofá.—Se quiser eu chamo ele. —Eu sei onde ele tá, eu tava lá. Su quero falar com você mesmo. —Ah então pode falar.—ela fiz e fica me olhando. - Eu vou ir logo no assunto ,eu não paro de pensar em você Morena ,sonho com você toda noite desde o dia que provei do teu beijo.-Eu termino de dizer e ela fica só me olhando e não diz nada. Eu exagerei um pouco, mas tenho que fazer a média com ela.-Pô Morena fala alguma coisa. — Eu gosto de você também, e nunca pensei que teria alguma coisa com um bandido. —Era pra eu ficar ofendido? Ela toma uma atitude que eu não esperava ,levanta e senta no meu colo, com uma perna de cada lado, e distribui beijos molhados pelo meu rosto. Seguro na cintura dela, desçendo a mão e pegando na b***a grande que ela tem. - Eu acho que também tô gostando de você.-ela diz. Acha? —Tu tá no meu nome agora.—Falo sério. Não tem volta. Foi rápido de mais eu tô sabendo.Mas o que é pra ser,será! Filosofei agora a p***a! Eu seguro na nuca dela e a beijo, ela cede espaço e nos beijamos intensamente. Minha língua percorre cada canto da boca dela, travando uma batalha com sua língua. Paro o beijo e mordo seu lábio, dou vários selinhos. —Se você tiver dando moral pra outro, pode saber que ele tá morto.—Seguro no rosto dela.—Só te avisando.
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