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688 Palavras

MARCONE, SÃO PAULO. MICHEL NARRANDO. fui para casa pensando em tudo o que aconteceu, eu só conseguia lembrar que Ana não era informante da da polícia, o Júlio confirmou, a polícia também, então eu acho que a minha desconfiança preciso acabar aí. Deixai ela trancada no quarto até decidir o que fazer e agora estou dando graças a Deus de não ter matado ela, porque se não ia ficar com um peso enorme na minha consciência, a minha inocente e eu julgando ela o tempo todo. Cheguei em casa e entrei com o carro na garagem, olhei para a piscina e Ana estava deitado na espreguiçadeira tomando sol só de calcinha, eu não estou acreditando no que eu tô vendo. saio do carro bolado batendo a porta e vou na direção dela. Michel: eu não deixei você no quarto? Que merda que está fazendo aqui embaixo? Ana

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