MARCONE, SÃO PAULO. ANA NARRANDO. A Janaína saiu do carro, e o motorista entrou, Pedi Pra Ele ir no QG para ver se eu encontrava o Michel, e ele seguiu para lá. Chegando lá eu entrei sem nem bater na porta de tão transtornada que estava, Michel me olhou e disse: Michel: achei que estava na loja, saiu cedo?—Eu tiro a arma da cintura e bota em cima da mesa. Ana: não deixa mais uma arma no meu alcance, eu não sei o que eu sou capaz de fazer na hora da raiva.—Ele me olhou estranho. Michel: o que tu fez com essa arma?—Ele pegou a arma e olhou passando a mão nela? Ana: esfreguei na cara da Janaína, foi isso que eu fiz. Michel: você está ficando maluca? achei que tu tava trabalhando estava arrumando caô na favela? tá me tirando né? Ana: eu queria muito ter trabalhado em paz, mas os 2 pol

