Ele não esperou nem a resposta, pois a pegou no colo e a levou para o quarto, dessa vez queria prová-la novamente, estava sedento dela, era insano o desejo que o consumia, quanto mais a tinha, mais a desejava, sabia que nunca iria se saciar da vontade que tinha dela. — Eu te amo, meu bem… — Disse enquanto se abaixava a pondo sentada sobre a cama. Ela o observou se afastar e tirar a toalha que estava enrolada em sua cintura, então ele se deitou na cama e não passou despercebido aos olhos de Anice que ele estava duro novamente, instintivamente a sua respiração ficou pesada e os lábios ressecados, o que a fez passar a língua sobre eles. Ao notar o olhar dela sobre seu m****o, ele sorriu e falou. — Pode admirar, meu bem, pois ele é todo seu e pode ficar tranquila que daqui a pouco você

