Sinto um leve acariciar em meu cabelo. Está quente e confortável aqui. Muito confortável. Me aconchego mais próxima da fonte desse calor. Ouço um suspiro/gemido. É quando a consciência retorna. Abro meus olhos. — Bruno? Ele está tão próximo que facilmente eu poderia colar nossos lábios (Não que eu planejasse fazer isso) — Oi, Mel. Você pegou no sono. Sua voz é carinhosa e baixa como um sussuro. Seus lábios estão paralisados em um sorriso encantado. — Que horas são? — Quase meia noite? O que? Eu me sento rápido. — Nossa. Desculpa, Bruno. Ele me encara confuso. — Pelo que exatamente? — Eu já deveria estar em casa agora. E você devia estar descansando. Não era para eu estar aqui te incomodando. Ele ri. — Te garanto que incômodo não foi o que eu senti quando te vi dormindo na mi

